terça-feira, 25 de dezembro de 2012

o inferno é a repetição

eu venho tendo algumas experiências de paralisia do sono e a cada dia que passa elas ficam mais intensas. noite passada não foi diferente. me senti paralisada mais de uma vez e senti que estava apertando os dentes tão fortemente que eu acordava. aí estava paralisada e era tomada pelo medo.
tenho que aprender a lidar com isso, porque com a frequência que está acontecendo eu posso começar a ter medo de dormir e assim não dá. mas enfim. acabei levantando e indo pra cama da minha mãe que nem uma criancinha de 8 anos. lá pelo meio da noite voltei pra minha cama e era de manhã quase quando tive esse sonho que narro a seguir.

algumas pessoas cavavam um buraco. era um buraco bem raso e a medida que tiravam a terra, deu pra ver que haviam coisas dentro do buraco. eu não lembro o que eram essas coisas, só lembro de uma delas que estava no canto superior direito. era uma pessoa, dentro de uma espécie de saco plástico transparente, deitada de lado, parecia na posição fetal, encolhida, com os joelhos perto do queixo. aí alguém disse que ela ainda não estava morta, que respirava com dificuldades, estava machucada, mas viva. e começaram a abrir o saco. 
na próxima parte do sonho eu lembro de alguns flashes. eu estava num lugar que parecia uma floresta, na verdade, a medida que eu andava os ambientes iam mudando, de deserto, pra floresta, pra campo, como se eu estivesse numa espécie de jornada em busca de algo. mas ao mesmo tempo eu sabia que aquilo tudo era um filme que um ex-colega meu de faculdade tinha feito. enquanto eu andava pelo lugar, via uns vultos, umas criaturas estranhas, eu pensava "nossa, super bom esse filme, vou dizer pro vitor que adorei, super bem feito". 
aí, por algum motivo, voltei para a cena inicial, lá do buraco. e sei lá porque pensei que na verdade, aquela pessoa no saco plástico era eu mesma. disso passei pra parte do sonho-filme do ex-colega. e fiquei andando pelos mesmos lugares novamente. aí voltei para o ponto inicial e percebi que estava presa. que aquilo ia se repetir pra sempre. falei com uma mulher, pra que ela me deixasse ir embora e ela me respondeu que era impossível, que eu estava ali pra sempre. 
e tudo fez sentido. eu era sim a menina do saco plástico, tinha morrido e estava presa sei lá onde. 

credoemcruz. 

será que agora eu posso voltar aos meus sonhos românticos e fofinhos ou meu inconsciente quer acabar comigo logo de uma vez?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Bolinando Nelson Eddy

Essa noite eu desconfio que sonhei uma coisa super hiper mega fantástica mas já esqueci metade do sonho e lembro apenas do final, mas vamos a ele:

Nesse sonho eu oscilava entre "pessoa que assiste o sonho, como um filme" e "personagem". Sendo que no caso de personagem ora eu era um, ora outro. Claro que, de acordo com Jung, todos os personagens do sonho refletem o sonhador, mas não me lembro de isso ter acontecido comigo antes (o fato de trocar de personagem).

Jeanette MacDonald e Nelson Eddy iam se casar. Mas eles/eu queriam uma cerimônia simples, e aconteceu que acabaram se casando apenas com o juiz de paz presente. Era uma igreja, ou um templo, ou um espaço com muitos bancos, mas completamente vazios, só havia os dois e o cara que os casou. Aí, em determinado momento eu era a Jeanny. E estava abraçada ao Nelson, pela cintura, e o cara lá nos casando. E nisso eu resolvi começar a provocar o Nels e coloquei a mão por dentro das calças dele (!!!), pela parte de trás, de forma que o juiz de paz/padre/cara que estava nos casando, não pudesse ver. Aí, ele começou a pirar e me falar no ouvido que queria me levar logo pra algum lugar, que eu o estava deixando louco. E o fato de ele estar excitado, estava me deixando excitada também. E fiquei ali, bolinando Nelson Eddy. E ele me falando coisas tórridas no ouvido. Nhum. 
Depois acordei, com aquele frio na barriga, de estar ansiosa por estar fazendo coisa proibida e lembrando de uma cena do filme "Sweethearts", em que Nels e Jeanny estão conversando sobre terem fugido para se casar e ele respondendo "que não gostaria de ter se casado de outra forma, senão aquela". Pensando bem, se eles fugiram pra se casar, esse poderia ter sido um jeito. Os dois sozinhos, certo? Será que rolava uma bolinação na Hollywood de 1930?

Dear mind, please stop it.

sábado, 8 de dezembro de 2012

procura-se vaga de emprego no passado

sonhei que estava procurando emprego essa noite. aí lembro que voltei pra balneário. tentei na loja de cd's que trabalhei, mas tudo parecia meio estranho e não rolou. aí fui tentar na livraria, apesar de não querer de jeito nenhum. quando cheguei lá, a livraria tinha dois andares muito fodas, era grande e muito bonita. engraçado porque me pareceu que eu já tinha sonhado com esse jeito que a livraria era. uma das meninas veio falar comigo, dizendo que o rui (o dono da livraria) tinha pedido pra eu supervisionar o trabalho deles pra depois falar pra ele como estavam. achei que aquilo significava que o rui respeitava minha opinião e que seria muito mais fácil pedir meu emprego de volta a partir dali. aí fiquei olhando e conhecendo as pessoas que trabalhavam. não sei porque o assunto de repente recaiu sobre as roupas que eu usava, que comentei ter comprado quando morei nos estados unidos (???). e sempre que eu falava que tinha comprado tal coisa me vinha na mente como era quando eu estava nos estados unidos, na escola que fiz o high schooll. bizarro.
depois comecei a pensar que voltar pra lá era uma droga, um retrocesso na minha vida. fiquei pensando o que tinha acontecido com a minha vida pra eu acabar ali de novo. aí por alguns segundos lembrei que na verdade eu poderia pedir emprego na produtora mesmo. e acordei.

e agora estou aqui nesse calor da porra esperando uma pizza esquentar no forno.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

fuga & amor

hoje eu tive dois sonhos já que dormi duas vezes.

1. eu tinha feito algo errado. não sabia o quê. então me levaram pra delegacia e me fizeram usar um colete. esse colete era para as pessoas saberem que você tinha feito a tal da coisa. e fui obrigada a usar. e eu não conseguia lembrar bem porque. aí tirei. e de repente os policiais começaram a me perseguir pela rua, porque eu não podia parar de usar o tal colete. enquanto eu fugia eu tentava lembrar o que era que eu tinha feito. aí eu acho que lembrei, mas agora eu não lembro pra contar aqui. só lembro da sensação de pensar: "foi isso que eu fiz? meu deus, isso não é nada!". e até fiquei meio aliviada. eu sei que corri muito por florestas, campos e tal. algumas pessoas me ajudaram se não me engano.

bem, no meio do dia descobri que meu avô tinha morrido. fiquei morgando pela casa o dia todo e resolvi dormir. e sonhei o seguinte.

2. eu tinha saído pra viajar com os meus pais. eles ainda eram casados. aí, aconteceu que meu pai ficou putíssimo com a minha irmã por alguma coisa e meio que mandou ela embora. e não sei porque eu pensei que fosse algo sexual. que ela tivesse feito algo errado nesse sentido. eu fui atrás dela e ela me contou que na verdade tinha viajado pra ir na casa de uma amiga em outra cidade, ficou dois dias fora e esqueceu de avisar. e tinha alguma coisa de que só dava pra chegar nesse lugar a nado e ela ficou perdida durante um tempo no meio do mar... enfim. aí eu pensei "ah tá, susse". me pareceu que ela estava aceitando a culpa e não ficando revoltada mesmo estando errada, como ela geralmente fica.
aí eu estava na cozinha com a minha mãe. e passou um cara maravilhoso pela gente indo até a área de serviço, carregando uma criança, que eu sabia que não era filho dele. aparentemente eu já o conhecia e fiquei flertando com ele. me pareceu que no sonho eu estava evitando as investidas dele há algum tempo, mas resolvi dar uma chance. aí a gente ficou super flertando e ele era maravilhoso. fui até a área de serviço conversar com ele. ficamos conversando durante um tempão e eu não conseguia acreditar que ele estava me dando bola. porque ele era um príncipe, digamos. depois de um tempo de conversa ele me confessou que tinha dois filhos de outro relacionamento e eu fiquei meio chateada com isso, mas não cheguei a pensar que não rolaria mais. e foi isso. ou pelo menos é isso que me lembro.
desse sonho ficou a sensação de que é muito bom se sentir amada e desejada por alguém que você deseja também. :/

domingo, 14 de outubro de 2012

Italian Baby

Sonhei noite passada que eu tinha tido um bebê, era uma menina, eu acho, agora não lembro bem. No entanto, durante todo o sonho eu só sabia que tinha tido um bebê recentemente, mas que nunca estava junto comigo, era uma coisa que estava só nas minhas lembranças. Depois, em algum momento do sonho eu contei para algumas pessoas que tinha tido um bebê. Eram umas mulheres e isso parecia ser uma coisa da qual elas iam falar dali por diante, não sei porquê a impressão que eu tinha era de que elas eram umas fofoqueiras.
Mais pra frente, eu lembro que estava numa casa, no estilo dessas propriedades enormes que são uma mistura de Pemberley e Schloss Leopoldskron e encontrei com o Marcello Mastroianni. Ou será que era o Daniel Day-Lewis do Nine? Bem, eles são praticamente a representação da mesma pessoa - Fellini - então tanto faz. O que importa é que encontrei com ele numa escadaria (eu estava subindo, ele descendo). 
Então eu perguntei, enquanto passava a mão na barriga, usando um vestido florido leve, de verão, coisa inusitada: "Olha, você não está percebendo nada diferente?" 
E ele apressado, sem parar pra falar comigo, disse: "Ah, não sei, diferente? Não sei..." 
Eu, já ficando brava: "Não vê que não estou mais grávida? Sua filha nasceu!"
Ah, então eu tive um filho com o Marcello Mastroianni. Ou Daniel Day-Lewis. Ou Fellini. Enfim.
Então ele começou a falar, num sotaque italianíssimo o quanto estava feliz, que os outros filhos dele iam ficar tão contentes com a irmãzinha, e quando ela crescesse iam fazer isso e aquilo... E disse tudo isso andando muito rápido, praticamente me fazendo correr atrás dele pela varanda de pedra e saindo para o jardim, me deixando pra trás.
E foi então que eu pensei que ele não estava nem aí pra mim, que nós apenas havíamos tido uma filha juntos, mas isso não significava quase nada pra ele. Era uma sensação estranha, pois não era rejeição, não me senti mal amada por ele, mas senti que o que nos conectava - um filho - não tinha importância pra ele, era mais um na lista da prole que ele gerava por aí. 
E acho que teve mais coisas, das quais parece que já vou lembrar... e não lembro. 



sábado, 21 de julho de 2012

Fim do mundo, batalha de Hogwarts e Julie Andrews

A preguiça é uma coisa que combina com esse blog. E combina tão bem que eu geralmente morro de preguiça de vir postar. Claro que depois me arrependo. Mas nisso, o mal já está feito e a memória desvanecida.
Então o relato que se segue são lembranças vagas do que um dia foram sonhos talvez épicos, talvez patéticos, mas ainda assim sonhados.

--- Essa semana que se passou tenho lembrado muito dos sonhos. Acho que foi porque algumas preocupações esmaeceram e porque tenho dormido mais. Dois permaneceram na minha memória: um deles porque aconteceu ontem e o outro porque me pareceu bem impactante. Ei-los:

1.  Era o fim do mundo. E ao mesmo tempo acontecia a batalha de Hogwarts. E eu estava lá, nas colinas que circundam o castelo, olhando para toda aquela destruição, sabendo que ao mesmo tempo o mundo ia acabar. Todo mundo corria de um lado pro outro, o castelo pegava fogo. E eu estava olhando de longe. Havia alguém comigo que eu acho que era o Dumbledore, mas eu não sei dizer precisamente. Eu só sentia aquela presença. Foi quando a "câmera do sonho"/meus olhos/o que seja esse dispositivo pelo qual a gente sonha, deu um zoom até um muro de pedra onde o Snape estava encostado, sentado no chão e encolhido. E eu vi os olhos deles vermelhos, cheios de lágrimas. E foi isso, um relance. Um frame. Essa imagem me fez decidir que eu iria atrás dele nem que fosse a última coisa. A partir dessa parte do sonho eu já não lembro muito bem o que aconteceu. Eu sei que se passou muito tempo. E de repente já era dia, e eu estava andando por uma espécie de cidade, procurando pelo Dumbledore. Ele era a pessoa que estava mais próxima a mim, que eu via sempre nas minhas andanças a procura do Snape. Encontrei ele em meio a uns escombros e nessa altura do sonho todos os bruxos estavam vestido normalmente, com roupas comuns. Eu lembro que até pensei que era estranho as pessoas estarem vestidas assim, "será que o eles estão rodando um ensaio do filme?". O Dumbledore, inclusive, estava sem barba. E por algum motivo bizarro do  meu inconsciente, ele era a cara do Juca de Oliveira. Enfim. Segue-se o sonho e eu encontro o Dumbledore/Albieri no meio dos escombros e pergunto onde está o Snape. Ele me diz que não pode me dizer. Eu insisto que preciso vê-lo. Nesse ponto eu já estou praticamente chorando, no desespero mesmo de querer vê-lo, estar em vias de, e não poder. Insisto até que Albieri/Dumby me diz onde ele está "você vai por ali, sobe as escadas, vira a direita, tome cuidado, está tudo desabando". 
Vou. Eis que estou no meio de uma cidade destruída. Uma coisa meio Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Entro num prédio. É uma biblioteca. Livros espalhados, tudo quebrado. Muitas pessoas se escondem por ali. Eu subo para o segundo andar. Há um sol muito forte brilhando lá fora. Encontro com Snape. Ele está com suas vestes negras habituais. Eu o abraço, mas o que eu imaginei que seria aquele abraço, não é. Sinto que ele está frio, distante. Não sei porque imaginei que seria emocionante esse (re)encontro. Converso algumas coisas, não lembro o que, mas imagino que eu queria dizer que o amava e que sentia saudade mas me sinto cada vez mais distante dele. Parece que vou me distanciando fisicamente dele, até. E o sonho se esvai. Não sei se verdadeiramente, ou só da minha memória.

2. Minha lembrança desse é pouquíssima. Não estou presente no sonho, apenas o assisto. Julie Andrews jovem, cabelos curtinhos da época de Sound of Music, está em algum lugar, prestes a ter um momento romântico com alguém (Capitão Von Trapp? Não sei dizer). E de repente, ela volta a um filme anterior, onde tem que resolver alguma pendência pra poder voltar pra onde estava. E do filme anterior, ela vai indo pra vários outros, sempre voltando no tempo. Vejo ela de relance rapidamente como Mary Poppins, na janela, com as crianças (cena essa que nunca existiu no filme) e parece conversar com elas, muito rapidamente, como se soubesse da necessidade de voltar para seu filme "atual". Ela olha pra mim/para a tela/mas sei que é pra mim, e sorri com cumplicidade. Ambas sabemos e queremos que ela volte para o "presente" para completar sua saga romântica com quer que seja, que nos preencherá de formas diferentes, mas semelhantes. E... foi isso. Ou é disso que me recordo.

Ai, ai, que coisa. Que isso me sirva de lição para escrever imediatamente os sonhos. -not.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Bad Blood, Bad Blood

Eu tive esse sonho no dia 05 de Abril, mas só tive tempo de postá-lo hoje. Sonho é bondade perto dessa coisa pavorosa. Eu acordei chorando, desesperada, as seis horas da manhã. O engraçado é que escrevi meio dormindo o que tinha sonhado e lendo mais tarde não pareceu tão apavorante. Senti-lo no entanto, foi aterrador.
Sem mais delongas, ei-lo:

Um castelo. Havia uma moça muito bonita. Talvez fosse a Belle, de Once Upon a Time, mas eu não saberia precisar nesse caso. Alguém contou a história de que ela não era filha do rei, era empregada do lugar. Que morreu velha e só.

Daí parti pra história da Bela e a Fera. Havia uma multidão para festejar o fim da maldição. Eu queria parabenizar o Rumple e comecei a procurá-lo. Eu o via de longe, tentava chegar até ele, mas em vão. A multidão ficou incontrolável e ele morreu, provavelmente esmagado ou pisoteado, mas isso não ficou claro. De repente eu vi Belle, em frangalhos, se aproximando. Ela sentou ao lado do corpo dele e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer.
Ela então decidiu escrever uma carta para que seu pai soubesse de tudo. E eu dizia: "seu pai morreu, vamos embora!", mas ela não me ouvia e tive que arrasta-la para longe dali.
Saimos correndo pela cidade mas algo estranho acontecera. Entramos num predio, as paredes de vidro estavam estilhaçadas. Haviam pessoas no saguão de entrada, todas quebradas como os vidros. Eu quis subir num dos andares, não sei porque. Deixei Belle ali com os outros e subi.

Em um dos andares havia uma familia. Um pai, uma mãe e uma filha. Num dos quartos a criança chorava e eu a tentava fazer parar. A mãe deveria voltar com alguma coisa ou o pai, não sei. Eu subi pelas vigas com a menina, para me esconder. Dali conseguia ver tudo o que se passava na casa. Um militar, muito bem apessoado, limpo, até bonito, cantava o hino mais pavoroso do mundo. Bad Blood, Bad Blood, War is Blood too... Eu sabia que ele queria dizer algo com cocô porque ele fazia as pessoas que eram presas por seu exército comerem aquilo. Vinham em latinhas redondas, como atum. Mas não sei dizer se era sangue ou cocô. Mas era algo humano.
Eu vi o homem obrigar centenas de pessoas aquilo. Submete-las. O hino era entoado o tempo todo. Causava pavor instantâneo e em seguida se ouvia as botas dos soldados batendo contra o chão e o som daqueles mini tanques amarelos sendo arrastado pela areia. Bad Blood, Bad Blood.
Eu vi o passado desse homem. Eu o vi ter essa ideia absurda e mostra-la ao seu superior. Eu o vi matando seu superior a tiros por ridicularizar a ideia. Deve ter se tornado general depois disso. Ninguém ousava desafia-lo.

E de repente eu estava acompanhando a história de um soldado que queria deixar esse exército e debandar para o outro lado, onde haviam mulheres lindas, russas, aparentemente. Talvez ele fosse um revolucionário.

Foi um dos piores sonhos que eu já tive. A humanidade subjulgada. Ao acordar, lembrei instantaneamente de uma frase do livro de George Orwell, 1984: “Se queres uma imagem do amanhã pensa numa bota esmagando o rosto humano – para sempre”.

domingo, 1 de abril de 2012

o dia em que troquei Macca por Magal

faz uma semana ou mais que eu sonhei que tinha ido ao show do Paul McCartney entregar alguma coisa para o pessoal da produção. pedi pros seguranças deixarem minha mãe e minha irmã entrarem pra não ficarem esperando do lado de fora enquanto eu entrava. depois de entregar a bendita coisa que sabe-se lá o que era, o estádio ainda vazio, falei pra elas "ah, fiquem aí, tem show e tal, ninguém vai vir tirar vocês". e elas sentaram bem na frente e ficaram lá. como eu já tinha visto o show, fui para o meu destino inicial que era o show do Sidney Magal. entrei lá, toda serelepe e sentei bem na frente, numas cadeiras vermelhas de plástico que tinha. nisso, eu me virei pra trás e vi a n. aí falei pra ela "você não sabe onde eu estava! no show do Paul McCartney! deixei minha mãe e minha irmã lá e vim!" e depois o Sidney entrou e foi tudo lindo e eu adorei. god.

once upon a time & intestino delgado

essa noite sonhei que fui convidada pela produção de ouat para assistir a season finale junto com o cast & crew. daí eu fui. sentei lá na salinha, bem na frente. aí, antes de passar o episódio, eles anunciaram que iriam usar um sistema diferente pra medir a audiência. que essa coisa de votação já estava datada, que as pessoas votavam em cima da hora e eles não gostavam (seja lá o que votar signifique nesse caso). e eles desenvolveram esse sistema que era um tipo de jogo da cobrinha, que vc ia jogando conectada a um dos atores e conforme fosse jogando, podia conversar com eles. eu achei, tipo, genial. porque tudo o que eu queria era falar com o bobby, óbvio. só que era um treco meio assustador, eu fiquei num misto de "wow" com "que coisa pavorosa", não sei porquê. lembro que ainda me perguntei se eles iam ficar o dia inteiro acordados, pra se conectar ao tal jogo e fiz um teste (numa realidade paralela desse sonho) e joguei dois segundinhos com o josh lucas e ele respondeu tudo, coitado.
voltando a realidade normal do sonho (oi? isso existe), antes do episódio começar eu comentei com a pessoa que estava do meu lado na salinha que esse jogo funcionava e que eu ia super jogar com o bobby e dizer que ele era lindo-maravilhoso. típico. daí eles falaram que o episódio era a coisa mais fantástica do mundo, que nunca ninguém tinha visto algo como aquilo e eu morrendo de medo de ver miolos de gente ou intestino delgado (eu acho que visualizei isso no sonho, porque eu vi de certa forma). e nem vi o episódio, porque acordei, veja só.
e foi isso, acho. teve uma parte que esstávamos num clube, com piscinas, eu e minha irmã, e eu estava de peito de fora numa câmera de segurança, mas só. então tipo, who cares at all.

sábado, 17 de março de 2012

mr. gold hug & cane

tirei um chochilo esta tarde vendo "la nave va" do fellini e sonhei (finalmente) com mr. gold. o que foi uma coisa ótima ou quase.

estávamos em uma festa que acredito que era de casamento de alguém. havia um casarão lindo, antigo e nos fundos um jardim enorme que era onde acontecia a tal festa. a casa não era para ser usada pelos convidados, mas algumas pessoas andavam por ali, explorando, descansando, enfim.

eu sei que eu acabei sendo uma dessas pessoas que foi explorar a casa, suas várias salinhas cobertas por carpetes verdes. houve um momento em que eu entrei em uma sala, que parecia ser um deposito de móveis, com várias mesas e cadeiras viradas ao contrário, umas por cima das outras. ouvi um barulho na porta e me escondi atrás de um sofá com medo de que alguém descobrisse que eu andava xeretando. a porta se abriu e eu espiei para ver que era. e era o Mr. Gold (suspiro). lindo, num terno escuro, bem alinhado... e a bengala.... ah. ele ficou olhando por ali e eu naquele medo de ser descoberta, mas ao mesmo tempo louca pra me jogar nos braços dele. de certa forma, parecia que ele estava me procurando, todo ofegante e tal.
mas ele acabou saindo e percebi que tinha deixado a bengala pra trás. eu a peguei e fui atrás dele pela casa, mas não o encontrava. ter a bengala comigo foi uma coisa que me deu ânimo para procurar. enfim, small detail.
eu não sei em que momento que acabei o vendo de longe e corri até ele, esbarrando nas pessoas. quando o alcancei, tentei abraça-lo mas ele parecia um pouco arredio. então foi uma coisa bizarra, eu querendo dar algo de mim naquele abraço e sendo evitada gentilmente.

bollocks.
a pessoa não pode nem ser feliz em sonho.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

eu não sou conceição

sonhei que eu e alguns amigos estávamos no rio de janeiro e queríamos dar um golpe no cauby peixoto, pra ficar com todo o dinheiro dele. aí alugamos um apartamento que era nosso pra ele passar uns dias. eu sei que nesse interim eu acabei tendo que beijar o cauby, o que foi EXTREMAMENTE nojento. daí eu decidi que não queria saber mais de golpes e fui me embora. porque cauby jovenzinho, 18 anos, super rola. cauby 100 anos, depois de mil plásticas que o deixaram parecendo com a minha avó, deuzulivre.

domingo, 29 de janeiro de 2012

sakura, a marrom

sonhei que o avô da Marita tinha casado com a Alcione. eu achei aquilo fantástico e falei pra ela que queria conhecer a 'marrom'. e a marita me disse: "na verdade, o nome dela não é Alcione, é Sakura". e ficou chamando-a de Sakura durante o resto do sonho.

pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...