esqueci como começava, mas tinha um começo.
e depois eu estava num lugar e também estava o chow yun-fat (mas podia muito bem ser o ken watanabe). ele esticou a mão para eu segurar. eu segurei. ele foi me guiando, sempre olhando pra mim. de repente, ele sumiu, mas ainda segurava a minha mão. como se estivesse passado para outra dimensão. eu via nossas mãos entrelaçadas, porém havia um "portal", por onde o resto do corpo dele sumia.
eu tentava passar pra essa outra dimensão e não conseguia. então ouvi uma voz que dizia "você tem que querer muito passar pro outro lado e principalmente, tem que amar. tem que ter amor dentro de você, por todos os espaços."
aí eu comecei a pensar nisso. fazer força. era um amor diferente, porque além de ser amor por esse "ser", também era por mim, era por tudo o que existia. incrivelmente eu me sentia segura por aquela mão. não era como se eu tivesse que ter pressa pois poderia perder aquele apoio. ele estava esperando. a mão segurava forte. era uma coisa incrivelmente linda, cheia de conexão e sentido.
e eu fui pensando comigo mesma. e foi como se o amor fosse ocupando cada canto dentro de mim.
e de repente... eu estava do outro lado.
no outro lado, tudo era muito vivo. tudo vibrava. o chow-yun-fat-watanabe continuou segurando a minha mão, sorrindo para mim. ele me mostrava as coisas, mas tudo era muito diferente e as coisas flutuavam, flanavam.
a gente ria. ria por termos nos encontrado e por tudo o que estava ali.
e ele nunca soltava a minha mão, nem tirava os olhos dos meus.
a gente não se recupera de um sonho desses.
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
sábado, 23 de fevereiro de 2019
Paul MacCartney, Lojas de Móveis & Amor
tive um sonho um pouco longo essa noite e talvez por isso ele tenha ficado na minha cabeça quando acordei.
então boralá
consta que sonhei com o Paul MacCartney.
eu estava numa loja de móveis - que ora parecia ser uma loja normal e ora ser uma loja de móveis usados - procurando por um rack pra tv ao mesmo tempo que procurando umas panelas pra comprar pra minha mãe, e no sonho lembrei que ela se chama ceraflame, coisa muito louca visto que acordada nunca lembro desse nome.
enfim, estou lá nessa loja e ela é atulhadíssima de coisas, sendo que é até difícil de andar por ela. aí, por algum motivo onírico, eu meio que moro ali (?). ok, nesse interim, paul maccartney começa a circular pelo local e eu tipo OHMYGOD é o Paul, e notadamente é o Paul de hoje em dia, assenhorado. bem, eis que a gente se conhece, começamos a conversar e eu digo que sou mega fã, que tenho vários discos dele, que era fã dos beatles. e começo a pegar os discos de uma estante (que tenho aqui na minha casa real) e vou mostrando e pedindo pra ele autografar. ele autografa, super querido. a questão é que eu tenho só um disco do paul, eu acho, e no sonho eu tinha quase toda a discografia da pessoa (que eu nem sei qual é de fato) e conforme eu vou mostrando os discos ele fica muito surpreso que eu tenha tudo aquilo, mas MUITO MUITO SURPRESO mesmo, isso foi o que mais me marcou, esse olhar de surpresa dele, de admiração, "in awe".
então eu convido ele pra jantar e ele aceita e jantamos na minha casa/loja de móveis. e ele é um amor, uma coisa linda de querida.
e agora eu não tenho certeza se eu me apaixono por ele, mas acho que sim, só não sei se nessa altura do sonho ainda ou não, mas explico adiante.
pois que nessa loja resolvem fazer um meet-and-greet do Paul, mas a questão é que funciona de um jeito esquisito, que é: uma parede de drywall com um buraco quadrado, como se fosse uma janelinha. atrás dessa parede tá o paul sentado numa mesa, autografando sei lá que coisas. só que você consegue ver pela lateral dessa parede, pq não tem paredes fechando ele lá dentro, então é uma coisa bocó de sonho, mas enfim. e tem uma mega fila pra pessoa chegar nessa parede aí.
eu vejo a fila e resolvo aparecer na janelinha ali, passando na frente das pessoas, pra ele ver que estou ali e fico me perguntando se ele vai me chamar porque já me conhece ou se foda-se eu. aí ele me vê e faz um sinal, mas super mais contido do que antes, meio frio.
aí eu faço a volta na parede (duh) e chego ao lado do Paul e ele me pede o que tem que autografar - sinceramente não lembro se eu tinha algo ou não - mas ele está frio comigo. eu fico triste pácas, e quando estou pra ir embora vejo que tem umas folhas escritas por baixo de alguma coisa em cima da mesa. ele sai pra fazer alguma coisa, ou apenas levanta dando atenção pra outra questão e eu pego essas folhas pra ler e tchãns, é uma puta carta de declaração de amor pra mim e eu fico paralisada com aquilo e por isso eu acho que nessa altura eu já estava apaixonada por ele. tem até um coraçãozinho desenhado nessa carta (!) e eu to quase morrendo de derreteção por isso tudo. aí eu levanto o olhar da carta e cruzo o olhar com o dele, que agora está meio afastado conversando com um cara, e a gente meio que morre junto e o particular frio na barriga desses momentos se apossa de mim e eu acho que vou chorar de emoção porque aquilo está acontecendo e ele gosta de mim e tal.
e pronto. foi isso.
aí eu acordei sem me lembrar de coisa nenhuma e daí eu olho para a minha estante de livros e vejo um livro dos beatles e pronto: cachoeira na minha cabeça com todo esse sonho e agora estou passando meio mal de olhar alguma foto do paul assenhorado, porque isso sempre acontece comigo pós-sonhos românticos.
e fim. aplausos.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
sonhos atrasados
23-abril-2018
Estou/estava tomando ISRS (não quero falar sobre esse momento porque ai que preguiça desse assunto já) e descobri que ele me faz ter sonhos vívidos e é uma MERDA/ÓTIMO. Bem, percebam a dualidade em que me encontro. Enfim, vamos ao motivo único dessa postagem.
Noite passada sonhei que G. me deu livros e revistas (que se pareciam com a revista Planeta, só que não) sobre uma nova teoria para o sentido da vida. Era uma coisa DEVASTADORA PRA CARALEO. Era, tipo, de ler e sair chorando, era um negócio de louco. Só que, obviamente eu não lembro o que era. E enfim. Eu li, e lembro desses livros em cima de uma mesa e como eu arrumava direitinho, pra ficarem alinhadinhos. E parecia que tinha uma ordem pra ler aquilo tudo.
ok.
depois eu estava num shopping (claro, óbvio) tentando comprar uma camisa jeans. e todas tinham algum tipo de adereço que eu não gostava e eu dizia para o vendedor que eu queria uma simples. só a camisa, entende, moço? sem frufru? nisso minha irmã chega devastada pela vida, porque eu tinha falado pra ela ler os livros lá. ela estava em prantos e pra ela nada mais fazia sentido. e eu disse pra ela ficar calma, que tudo ia melhorar. por algum motivo, pra mim tava mais tranquilo. parecia que eu meio que já sabia tudo aquilo. que o sentido da vida era péssimo.
aí minha mãe me liga e me avisa que o meu pai estava mal por causa do sentido da vida e me pede pra ligar pra ele. eu ligo e ele está andando sem parar em volta do condomínio da minha tia em porto alegre (??), chorando. eu digo pra ele tomar tenência na vida dele, se aprumar porque afinal ele é um adulto com duas filhas adultas e não pode se dar ao luxo de ficar fazendo fiasco por causa disso. sensata, eu.
intervalo comercial para aparecimento de pessoa famosa: por algum motivo onírico o Claudio Lins aparece no meu sonho e minha irmã quer conhece-lo no meio da loja de camisa jeans e eu vou atrás dele e ele está apressado, afinal, o sentido da vida foi revelado e é uma merda. ele é mega grosso e eu fico meio puta. aí eu penso: foda-se esse cara, irmã.
nisso já estou olhando pelos janelões do shopping e vemos que as pessoas estão deixando a cidade por causa dessa confusão de meaning of life. umas pessoas de moto, desespero nas estradas. armagedom.
alguém nos diz que devemos ir para um lugar nas montanhas. que um casal tem uma casa lá, bem no alto, coisa e tal. eu pego minha irmã e vamos. antes vou em casa e arrumo uma mochila. já no meio da floresta - que parece uma floresta no michigan ou no canadá, porque óbvio que vi muitos filmes - subimos um caminho feito de tábuas de madeira, morro acima. uma subida longa e percebo que uns animais estranhos que parecem umas capivaras gigantes, mas um pouco diferentes, nos perseguem. eu acho fofo, mas alguém que está nos guiando, que parece ser a mulher do casal, diz que eles não são bichos confiáveis. eu me pergunto se esses bichos estão esperando a gente morrer de exaustão pra nos comerem. seguimos morro acima. estou morrendo de cansaço já e o caminho é difícil, muita terra, lodo, madeira podre. eu penso se pus na mala minhas botas de caminhada. olho para os meus pés e estou usando as botas. ainda bem.
continuamos caminhando e de repente estou no meio de uma construção que ainda está no tijolo. a mulher me diz que eles estão construindo essas casas. pergunto se eles pensam em transformar tudo aquilo num hotel. ela me olha sem entender e responde como se nunca tivesse pensado no assunto ainda: "é, sim". no meio daquele labirinto de construções tem uma mulher morando numa das portas, num ambiente meio enjambrado. aquilo me dá uma sensação estranha. continuamos a subida.
eu estou morta de cansada já. a subida não acaba. até que num lado da construção tem uma parede vazada e por algum motivo a mulher me diz pra pular pro outro lado. eu pulo, mas não tenho forças pra voltar. eu tenho apoiar o pé no tijolo vazado e ele quebra. cansada, sem conseguir voltar, aviso a ela e a quem nos acompanha, não consigo voltar, estou cansada. nessa altura minha irmã já não está mais conosco.
peço ajuda pra voltar, apoiada nos tijolos, tentando a todo custo me equilibrar e voltar para onde estava.
a mulher então diz apenas isso, olhando para os outros: "ah, isso aconteceu comigo, quando gravei aquele filme".
𝗲 𝗽𝗿𝗼𝗻𝘁𝗼. 𝗳𝗼𝗶 𝗶𝘀𝘀𝗼.
WHAT THE ACTUAL FUCK?!
27-abril-2018
Noite passada sonhei que estava segurando o Oscar da Allison Janney. Simples assim. Eu ficava olhando o Oscar, que era exatamente o que ela ganhou por I, TONYA, tinha o nome dela, tudo certinho e tal. Eu fiquei horas olhando praquilo... e o que mais me fascinou era como era pesado! Fiquei muito tempo olhando para o Oscar, segurando, mexendo... Inclusive, por algum motivo o Oscar tinha uma base que girava, o que significava que eu podia girar o "bonequinho" e a base preta ficava fixa. Porque óbvio. 🙄
Tinha mais uma pessoa comigo no lugar onde eu estava - que por algum motivo me parecia ser a sala de estar da casa da Allison - e essa pessoa ficava me incentivando a ensaiar um discurso segurando o Oscar. O que obviamente eu fiz, porque uma chance dessas, bicho.
Fui pra frente de um espelho e fiquei fazendo um discurso, daqueles que a gente faz com shampoo no banho, super empolgada. E de repente... eu me vi vestindo um vestido lindíssimo de gala, rosa-claro, com uma espécie de tecido longo que ia dos dois ombros até o chão. Era uma coisa glamourosíssima, parecia feito sob medida. Inclusive me chamou muito a atenção como os meus peitos tinham ficados bonitos no vestido, parecia até que eu tinha feito plástica, hahahaha.
E enfim. Fiquei lá segurando aquele Oscar pesado, com um vestido maravilhoso, me perguntando o que diabos meu insconsciente queria me dizer.
14-maio-2018
Noite passada sonhei que alguém pintava o meu cabelo de um monte de cores. Várias. E de repente o meu cabelo acabava vermelho. E eu odiava, porque já tive o cabelo meio vermelho e não curti. E daí eu fiquei me olhando num espelho com aquele cabelo meio vermelho e a pessoa que pintou disse que com o tempo ele ia ficar rosa e que daí eu ia curtir e por algum motivo ele foi ficando rosa e eu gostei. E bem. É isso aí. Cabelo rosa.
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vó doente
sonhei com a minha avó paterna (que não vive mais). ela morava numa casa de esquina, dessas antigas, que a porta de entrada dá direto na calçada. ela estava muito doente. eu sei que tinha muito mais coisa nesse sonho, mas eu esqueci e já é tarde demais.
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