quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

análise, casamento & animus

 ontem eu fui conversar com a minha última analista. tentar ver um jeito de voltar. eu gosto dessa analista porque eu acho que ela é mais inteligente do que eu. e eu entrei lá, naquele lugar meio anos 80, com quadros do freud na parede, um chão de carpete. cheirava a cigarro e foi sinceramente, a única coisa que me incomodou. mas tinha um poster enorme com uma foto de uma floresta de árvores que é tão, mas tão a minha infância que me deu uma vontade enorme de chorar. eu me senti, sei lá, acolhida ali. e bem, tive esse sonho aí hoje:

tinha um esquema rolando de um culto que casava pessoas com outras pessoas. realizava esses casamentos por contrato, mas era um negócio sombrio, obrigatório, bem terrível, com uma cerimônia. os detalhes me faltam, mas era bem ruim. eu sei que eu sempre era a pessoa que estava sendo obrigada. eu experienciava o momento. eu era apresentado ao noivo/noiva, como a pessoa que tinha sido escolhida. ou seja, a outra pessoa tinha poder sobre mim aparentemente. eis que eu passo por isso diversas vezes, no corpo de outras pessoas. acontece muitas vezes. na última, eu estou sendo apresentada a uma mulher adulta. a mulher está nua. todo mundo está, sempre está. um homem, tipo um sacerdote desse culto diz "aí está sua noiva" e quando a "câmera" gira eu percebo que eu sou um garotinho. uma criancinha. e eu percebo a coisa terrível que é tudo, porque na verdade estão casando adultos com crianças. e pra mim é horrível, porque ao mesmo tempo que eu vejo isso de fora, eu sei que estou passando pela coisa. 

anos se passam e eu estou velho. super velho. e eu me separo e finalmente caso com quem eu queria, que era outro senhor velho. que é tipo igual a mim. quase um gêmeo - se não o for. mas é um velho decreptíssimo, encovado. 

what the fuck, animus!

segunda-feira, 12 de abril de 2021

ultima peça do quebra-cabeças, caso clandestino e prazer e desprazer no taxi

eu tive uns sonhos incômodos. quer dizer, um deles foi BEM incômodo. o outro acho que apenas fruto de diversas misturas oníricas acompanhadas do fato do que troquei minha medicação da enxaqueca e muitas coisas começam a vir para a superfície e boiar no meu pântano cerebral.

vamo lá. 

1. os detalhes me fogem, porque faz uns dias já, talvez uma semana. porém um fato foi marcante. eu estava deitada numa cama e meu pai me abraçava por trás. e de repente, ele começou a se movimentar, como se estivesse... isso. transando comigo por trás. eu levantei da cama horrorizada e, no sonho, constatei que ele tinha sido a primeira pessoa a "abusar" de mim. comecei a chorar desesperada o acusando disso. e meio que dentro da minha cabeça tudo fazia sentido, como se eu tivesse encaixado a peça que faltava no quebra-cabeça da minha vida. eu chorava muito e o acusava. era meio isso. dentro de todos os detalhes que já esqueci. foi horrível e quando acordei a impressão do sonho ficou o dia inteiro martelando. o que foi isso? merda.

2. esse sonho foi nessa madrugada. eu namorava / tinha um caso clandestino com a erika buenfil (inserir todos os emojis de risadas e olhos virando) - e tenho impressão que ela está inserida nesse sonho porque dormi vendo o instagram dela. pois bem. nos hospedamos em um hotel por algum motivo que não lembro e embora fossemos um casal, ninguém sabia e nem podia saber. determinado momento ela sai pra fazer as coisas dela e eu fico no quarto. e por algum motivo eu estava me sentindo negligenciada. 

eis que chega uma mulher que trabalha no hotel ou algo do tipo e eu reclamo pra ela das minhas dores de mulher solitária. ela me conta que a erika alugou uma casa na frente do hotel, onde ela está ficando com um cara e outras pessoas (aparentemente eu tenho ódio desse tal cara) e eu fico muito puta com isso, porque me sinto sendo a amante escondida no hotel. por despeito eu e essa mulher acabamos nos pegando. mas não tenho certeza se a gente transou ou se foram só uns amassos. eis que a erika volta. e fica na porta conversando conosco como se nada (a moça está normalmente no quarto e eu estou deitada nos lençóis brancos, imagino que sem roupa). aí eu penso que vou provocar a erika porque ela merece. começo a levantar o lençol pra ela ver que estou sem roupa, morrendo de rir. e ela pega a dica e fica muito puta comigo. ela manda a moça embora e começamos a discutir. eu digo que sei da casa que ela alugou e que é uma traição ela levar fulano pra lá sabendo que eu o odeio, etc. não me lembro do resto. tenho impressão de que acabamos na cama, porém é só impressão e pode ser imaginação minha.

aí meu sonho corta para: eu e um cara. e pelo que eu sei, esse cara é meu namorado. e acho eu que estamos nos estados unidos. e a gente pega um taxi/uber. estamos meio que brigando, mas não sei porque. aí esse cara tem a melhor idéia de todas (hahaha) que é faz sexo oral em mim. não sei porque. aí ele se abaixa no banco, de um jeito estapafúrdio que não existe dentro de carros normais e começa. eu morria de medo que a motorista do taxi percebesse o que tava rolando, mas ao mesmo tempo tava muito bom aquilo. eu lembro de segurar ele pelo cabelo e tal. só que determinado momento parece que tudo morre. o prazer que eu tava sentindo e tal. eu não sinto mais nada. ele termina e eu dou uma fingida que foi ótimo (porque Deus), mas a gente ainda tá meio brigado. aí eu falo pra ele que quero fazer as pazes e a gente se abraça. o sonho acaba com a gente em uma loja de doces, comprando guloseimas. 

terça-feira, 30 de março de 2021

cachorro/gato irreal e crianças canibais

 right. 

eu dormi a tarde porque estava muito cansada. e então sonhei que estava num lugar e minha mãe, que também parecia ser outra pessoa, me contava a respeito de um cachorro, que era um cachorro de brinquedo, de uma história em quadrinhos, que meio que tinha vida. eu não sei direito explicar isso, porque não faz o menor sentido. eu sei que essa mulher dizia o nome do personagem que era dono do cachorro e eu dizia que era o Riquinho 👀, no caso o Ritchie-Rich, e sei lá, não era bem isso, pois essa mulher me corrigia. E bem esse menino tinha um cachorro, e era sobre ele que falávamos. Eu sei que determinado momento ela me mostrou o cachorro e ele tinha vida. Agora não sei se era um gato, pois tenho problemas em reter os sonhos. aí ela falava que tinha castrado o bicho, que tinha levado no pet-shop pra fazer coisas de cachorro real, porém eu sabia que era tipo um cachorro/gato de papel, inanimado. sei que do nada ela tira o bicho de uma caixa e o bicho tem vida, mas ele tem aparência de coisa inanimada, então, sinceramente, dream-stuff. 

mas então a coisa piora por motivos de sim.

chega um monte de gente neste local e corre a palavra de que vão gravar um filme com crianças canibais. nossa, que lindo. e entra um monte de crianças e começam a comer a gente. nesse ponto eu já não sei mais quem era esse "a gente", eu só sei que eu estava sendo mastigada. lembro de estar de costas e sentir minhas pernas serem mordidas. não doía propriamente, mas era angustiante, era tipo uns beliscões, sabe quando você está no mar e vêem os peixinhos e você fica ui. enfim, acordei MEGA angustiada e não passou. deusquimilivre.

segunda-feira, 29 de março de 2021

fazer um musical, resgatar pessoas e voar

começamos esse sonho, acho eu, com a tentativa de fazer um musical. me parece que eu estava numa casa que abrigava crianças órfãs, e esse musical ia ser encenado lá. era um casarão antigo, de dois andares, no meio do nada. parecia uma coisa meio wuthering heights, aquela névoa, os campos verde acinzentados, a casa no alto da colina. 

alguém em algum momento falou que minha avó ia cantar. aí pensei comigo mesma que isso era impossível, porque minha avó já tinha morrido. mas como ela estava anunciada no programa, eu pensei que, oras, eu ia conseguir vê-la de novo. e isso era maravilhoso.

segue que de repente já estou caminhando por umas montanhas. indo para algum lugar, buscar alguma coisa. estou com outra pessoa, que parece ser o r. embora não tenha a aparência dele. e vemos um acidente, umas pessoas bateram um carro, rolaram a colina. fomos ajudar. tivemos que descer a montanha, entrar na água e resgatar três pessoas. foi super difícil, mas o engraçado é que eu tinha muita força física. aí pegamos as pessoas e todas as coisas delas (malas, mochilas). então pensamos em como sair dali. pensamos em primeiro levar as coisas das pessoas e depois busca-las. aí eu comecei a colocar as mochilas, amarrar todas as coisas das pessoas em mim. e saímos voando de parapente. afinal, porque não?

voar foi incrível. eu lembro de ver tudo de cima e o sol estava se pondo. inclusive vi a cidade, com prédios e tudo. e uma música em espanhol começou a tocar, a qual não me lembro agora, mas quando acordei gravei no celular. 


segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

contato com o pai, show sem palco, explosões e buraco

dois dias atrás eu sonhei uma coisa estranha que eu não anotei por preguiça, mas alguns resquícios ficaram. eis que determinado momento do sonho eu estou num teatro, onde está acontecendo uma peça de teatro. estou acompanhada de uma outra pessoa, que eu acho que era um menino que eu conheço, de um passado longínquo chamado maicon, porém não tenho certeza se era ele realmente ou se minha mente fabricou ele e colocou nessa lacuna aí. e ele quer falar com os donos da peça / atores / diretores / donos da porra toda, que por sinal são um casal gay, e um dos homens do casal é o robin williams (??). pra mim isso se deve ao fato de que esses dias eu li uma reportagem da esposa dele, contando a respeito da doença que ele tinha, e meu inconsciente misturou tudo e enfim. cérebro fazendo coisas de cérebro. 
aí bem, estamos aí nesse teatro, andando por escadarias nos bastidores (sempre escadarias). e eis que eles tem uma bebezinha que não para de chorar. e eles acham que essa bebê tem alguma doença e ninguém sabe direito o que é. eu tô meio de penetra nesse lugar, acompanhando o maicon, sabe-se la Deus por que. então eu tenho um insight do que fazer. e me vem na cabeça que o problema da criança é que ela precisa ter um contato pele-a-pele com o pai - no caso o robin williams 👀- porque ela sente falta disso, de quando ela era mais nova. e eu falo pra eles, quando nos encontramos num escritório enorme, estilo filme antigo nova-iorquino dos anos 40. e aí eles fazem isso e a criança para de chorar. e pronto. lord in heaven.

mas calma.
dia 30 de dezembro eu tive outro sonho, acordei e anotei tudo, de olho fechado quase. 

havia um show com 4 bandas. uma delas eram os backstreet boys, afinal, porque não? mas eu gostava de todas as bandas que iam tocar (sabe-se lá quais) e queria muito ir. então dei um jeito e fui. o show não tinha palco, você só ouvia a música. depois descobri que era porque a banda ficava tocando atrás das pessoas, tipo no fundo. nada fazia sentido. teriam 4 dias de show e eu resolvi que iria nos outros já que sabia do truque de que os artistas ficavam atrás. 
só que o show estava vazio e eu também não tinha dinheiro pra comprar ingresso. aí me ofereci pra trabalhar pra eles e divulgar o show em troca de estar lá no dia. pedi uns flyers pra deixar no shopping - a estratégia da pessoa - porque o show era muito diverso e não ia funcionar ir apenas em um lugar específico. o shopping daria conta de todas as "tribos" pensou o meu eu onírico.
do nada eu já estou nos corredores de um hospital. é um momento tenso porque tem uma pessoa disfarçada de enfermeira colocando explosivos no hospital. eu não tenho certeza se estou na cena ou se só observo. essa pessoa sai correndo e tudo começa a explodir. ela tem pouco tempo mas alcança a porta. quando vejo o lado de fora, várias explosões ocorreram inclusive no lugar onde era o show. o lugar agora parece uma praça cheia de pontes ornamentais de acesso, obviamente quebradas pela força das explosões. e de repente percebo que havia muita gente envolvida nesse massacre, e o engraçado é que todos estão de peruca loira, meio que disfarçados.
essa praça foi o lugar mais atingido. ouço um rádio distante dizer que são mais de 40 mortos. está tudo caindo aos pedaços. as pessoas começam a andar e algo quebra e eles caem no enorme buraco. alguém vai contando - ah 41 - em referência às mortes aumentando. geralmente são os idosos que caem nesses buracos. 
de repente eu me vejo no meio da praça, presa numa pequena ilha. me pergunto como vim parar ali e como sair. há um homem velho sentado em um banco, muito tranquilo. pra ele parece que nada está acontecendo. vem uma mulher que parecia estar coordenando os salvamentos e ficamos pensando qual será o melhor jeito de sair. "vamos por ali, saímos daquele lado..." vemos ao longe alguém fazer esse nosso caminho sugerido e cair no buraco. acordo. mas credo.


pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...