quinta-feira, 12 de abril de 2012

Bad Blood, Bad Blood

Eu tive esse sonho no dia 05 de Abril, mas só tive tempo de postá-lo hoje. Sonho é bondade perto dessa coisa pavorosa. Eu acordei chorando, desesperada, as seis horas da manhã. O engraçado é que escrevi meio dormindo o que tinha sonhado e lendo mais tarde não pareceu tão apavorante. Senti-lo no entanto, foi aterrador.
Sem mais delongas, ei-lo:

Um castelo. Havia uma moça muito bonita. Talvez fosse a Belle, de Once Upon a Time, mas eu não saberia precisar nesse caso. Alguém contou a história de que ela não era filha do rei, era empregada do lugar. Que morreu velha e só.

Daí parti pra história da Bela e a Fera. Havia uma multidão para festejar o fim da maldição. Eu queria parabenizar o Rumple e comecei a procurá-lo. Eu o via de longe, tentava chegar até ele, mas em vão. A multidão ficou incontrolável e ele morreu, provavelmente esmagado ou pisoteado, mas isso não ficou claro. De repente eu vi Belle, em frangalhos, se aproximando. Ela sentou ao lado do corpo dele e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer.
Ela então decidiu escrever uma carta para que seu pai soubesse de tudo. E eu dizia: "seu pai morreu, vamos embora!", mas ela não me ouvia e tive que arrasta-la para longe dali.
Saimos correndo pela cidade mas algo estranho acontecera. Entramos num predio, as paredes de vidro estavam estilhaçadas. Haviam pessoas no saguão de entrada, todas quebradas como os vidros. Eu quis subir num dos andares, não sei porque. Deixei Belle ali com os outros e subi.

Em um dos andares havia uma familia. Um pai, uma mãe e uma filha. Num dos quartos a criança chorava e eu a tentava fazer parar. A mãe deveria voltar com alguma coisa ou o pai, não sei. Eu subi pelas vigas com a menina, para me esconder. Dali conseguia ver tudo o que se passava na casa. Um militar, muito bem apessoado, limpo, até bonito, cantava o hino mais pavoroso do mundo. Bad Blood, Bad Blood, War is Blood too... Eu sabia que ele queria dizer algo com cocô porque ele fazia as pessoas que eram presas por seu exército comerem aquilo. Vinham em latinhas redondas, como atum. Mas não sei dizer se era sangue ou cocô. Mas era algo humano.
Eu vi o homem obrigar centenas de pessoas aquilo. Submete-las. O hino era entoado o tempo todo. Causava pavor instantâneo e em seguida se ouvia as botas dos soldados batendo contra o chão e o som daqueles mini tanques amarelos sendo arrastado pela areia. Bad Blood, Bad Blood.
Eu vi o passado desse homem. Eu o vi ter essa ideia absurda e mostra-la ao seu superior. Eu o vi matando seu superior a tiros por ridicularizar a ideia. Deve ter se tornado general depois disso. Ninguém ousava desafia-lo.

E de repente eu estava acompanhando a história de um soldado que queria deixar esse exército e debandar para o outro lado, onde haviam mulheres lindas, russas, aparentemente. Talvez ele fosse um revolucionário.

Foi um dos piores sonhos que eu já tive. A humanidade subjulgada. Ao acordar, lembrei instantaneamente de uma frase do livro de George Orwell, 1984: “Se queres uma imagem do amanhã pensa numa bota esmagando o rosto humano – para sempre”.

domingo, 1 de abril de 2012

o dia em que troquei Macca por Magal

faz uma semana ou mais que eu sonhei que tinha ido ao show do Paul McCartney entregar alguma coisa para o pessoal da produção. pedi pros seguranças deixarem minha mãe e minha irmã entrarem pra não ficarem esperando do lado de fora enquanto eu entrava. depois de entregar a bendita coisa que sabe-se lá o que era, o estádio ainda vazio, falei pra elas "ah, fiquem aí, tem show e tal, ninguém vai vir tirar vocês". e elas sentaram bem na frente e ficaram lá. como eu já tinha visto o show, fui para o meu destino inicial que era o show do Sidney Magal. entrei lá, toda serelepe e sentei bem na frente, numas cadeiras vermelhas de plástico que tinha. nisso, eu me virei pra trás e vi a n. aí falei pra ela "você não sabe onde eu estava! no show do Paul McCartney! deixei minha mãe e minha irmã lá e vim!" e depois o Sidney entrou e foi tudo lindo e eu adorei. god.

once upon a time & intestino delgado

essa noite sonhei que fui convidada pela produção de ouat para assistir a season finale junto com o cast & crew. daí eu fui. sentei lá na salinha, bem na frente. aí, antes de passar o episódio, eles anunciaram que iriam usar um sistema diferente pra medir a audiência. que essa coisa de votação já estava datada, que as pessoas votavam em cima da hora e eles não gostavam (seja lá o que votar signifique nesse caso). e eles desenvolveram esse sistema que era um tipo de jogo da cobrinha, que vc ia jogando conectada a um dos atores e conforme fosse jogando, podia conversar com eles. eu achei, tipo, genial. porque tudo o que eu queria era falar com o bobby, óbvio. só que era um treco meio assustador, eu fiquei num misto de "wow" com "que coisa pavorosa", não sei porquê. lembro que ainda me perguntei se eles iam ficar o dia inteiro acordados, pra se conectar ao tal jogo e fiz um teste (numa realidade paralela desse sonho) e joguei dois segundinhos com o josh lucas e ele respondeu tudo, coitado.
voltando a realidade normal do sonho (oi? isso existe), antes do episódio começar eu comentei com a pessoa que estava do meu lado na salinha que esse jogo funcionava e que eu ia super jogar com o bobby e dizer que ele era lindo-maravilhoso. típico. daí eles falaram que o episódio era a coisa mais fantástica do mundo, que nunca ninguém tinha visto algo como aquilo e eu morrendo de medo de ver miolos de gente ou intestino delgado (eu acho que visualizei isso no sonho, porque eu vi de certa forma). e nem vi o episódio, porque acordei, veja só.
e foi isso, acho. teve uma parte que esstávamos num clube, com piscinas, eu e minha irmã, e eu estava de peito de fora numa câmera de segurança, mas só. então tipo, who cares at all.

pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...