Eu tive esse sonho no dia 05 de Abril, mas só tive tempo de postá-lo hoje. Sonho é bondade perto dessa coisa pavorosa. Eu acordei chorando, desesperada, as seis horas da manhã. O engraçado é que escrevi meio dormindo o que tinha sonhado e lendo mais tarde não pareceu tão apavorante. Senti-lo no entanto, foi aterrador.
Sem mais delongas, ei-lo:
Um castelo. Havia uma moça muito bonita. Talvez fosse a Belle, de Once Upon a Time, mas eu não saberia precisar nesse caso. Alguém contou a história de que ela não era filha do rei, era empregada do lugar. Que morreu velha e só.
Daí parti pra história da Bela e a Fera. Havia uma multidão para festejar o fim da maldição. Eu queria parabenizar o Rumple e comecei a procurá-lo. Eu o via de longe, tentava chegar até ele, mas em vão. A multidão ficou incontrolável e ele morreu, provavelmente esmagado ou pisoteado, mas isso não ficou claro. De repente eu vi Belle, em frangalhos, se aproximando. Ela sentou ao lado do corpo dele e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer.
Ela então decidiu escrever uma carta para que seu pai soubesse de tudo. E eu dizia: "seu pai morreu, vamos embora!", mas ela não me ouvia e tive que arrasta-la para longe dali.
Saimos correndo pela cidade mas algo estranho acontecera. Entramos num predio, as paredes de vidro estavam estilhaçadas. Haviam pessoas no saguão de entrada, todas quebradas como os vidros. Eu quis subir num dos andares, não sei porque. Deixei Belle ali com os outros e subi.
Em um dos andares havia uma familia. Um pai, uma mãe e uma filha. Num dos quartos a criança chorava e eu a tentava fazer parar. A mãe deveria voltar com alguma coisa ou o pai, não sei. Eu subi pelas vigas com a menina, para me esconder. Dali conseguia ver tudo o que se passava na casa. Um militar, muito bem apessoado, limpo, até bonito, cantava o hino mais pavoroso do mundo. Bad Blood, Bad Blood, War is Blood too... Eu sabia que ele queria dizer algo com cocô porque ele fazia as pessoas que eram presas por seu exército comerem aquilo. Vinham em latinhas redondas, como atum. Mas não sei dizer se era sangue ou cocô. Mas era algo humano.
Eu vi o homem obrigar centenas de pessoas aquilo. Submete-las. O hino era entoado o tempo todo. Causava pavor instantâneo e em seguida se ouvia as botas dos soldados batendo contra o chão e o som daqueles mini tanques amarelos sendo arrastado pela areia. Bad Blood, Bad Blood.
Eu vi o passado desse homem. Eu o vi ter essa ideia absurda e mostra-la ao seu superior. Eu o vi matando seu superior a tiros por ridicularizar a ideia. Deve ter se tornado general depois disso. Ninguém ousava desafia-lo.
E de repente eu estava acompanhando a história de um soldado que queria deixar esse exército e debandar para o outro lado, onde haviam mulheres lindas, russas, aparentemente. Talvez ele fosse um revolucionário.
Foi um dos piores sonhos que eu já tive. A humanidade subjulgada. Ao acordar, lembrei instantaneamente de uma frase do livro de George Orwell, 1984: “Se queres uma imagem do amanhã pensa numa bota esmagando o rosto humano – para sempre”.
Sem mais delongas, ei-lo:
Um castelo. Havia uma moça muito bonita. Talvez fosse a Belle, de Once Upon a Time, mas eu não saberia precisar nesse caso. Alguém contou a história de que ela não era filha do rei, era empregada do lugar. Que morreu velha e só.
Daí parti pra história da Bela e a Fera. Havia uma multidão para festejar o fim da maldição. Eu queria parabenizar o Rumple e comecei a procurá-lo. Eu o via de longe, tentava chegar até ele, mas em vão. A multidão ficou incontrolável e ele morreu, provavelmente esmagado ou pisoteado, mas isso não ficou claro. De repente eu vi Belle, em frangalhos, se aproximando. Ela sentou ao lado do corpo dele e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer.
Ela então decidiu escrever uma carta para que seu pai soubesse de tudo. E eu dizia: "seu pai morreu, vamos embora!", mas ela não me ouvia e tive que arrasta-la para longe dali.
Saimos correndo pela cidade mas algo estranho acontecera. Entramos num predio, as paredes de vidro estavam estilhaçadas. Haviam pessoas no saguão de entrada, todas quebradas como os vidros. Eu quis subir num dos andares, não sei porque. Deixei Belle ali com os outros e subi.
Em um dos andares havia uma familia. Um pai, uma mãe e uma filha. Num dos quartos a criança chorava e eu a tentava fazer parar. A mãe deveria voltar com alguma coisa ou o pai, não sei. Eu subi pelas vigas com a menina, para me esconder. Dali conseguia ver tudo o que se passava na casa. Um militar, muito bem apessoado, limpo, até bonito, cantava o hino mais pavoroso do mundo. Bad Blood, Bad Blood, War is Blood too... Eu sabia que ele queria dizer algo com cocô porque ele fazia as pessoas que eram presas por seu exército comerem aquilo. Vinham em latinhas redondas, como atum. Mas não sei dizer se era sangue ou cocô. Mas era algo humano.
Eu vi o homem obrigar centenas de pessoas aquilo. Submete-las. O hino era entoado o tempo todo. Causava pavor instantâneo e em seguida se ouvia as botas dos soldados batendo contra o chão e o som daqueles mini tanques amarelos sendo arrastado pela areia. Bad Blood, Bad Blood.
Eu vi o passado desse homem. Eu o vi ter essa ideia absurda e mostra-la ao seu superior. Eu o vi matando seu superior a tiros por ridicularizar a ideia. Deve ter se tornado general depois disso. Ninguém ousava desafia-lo.
E de repente eu estava acompanhando a história de um soldado que queria deixar esse exército e debandar para o outro lado, onde haviam mulheres lindas, russas, aparentemente. Talvez ele fosse um revolucionário.
Foi um dos piores sonhos que eu já tive. A humanidade subjulgada. Ao acordar, lembrei instantaneamente de uma frase do livro de George Orwell, 1984: “Se queres uma imagem do amanhã pensa numa bota esmagando o rosto humano – para sempre”.