hoje, meu sonho foi dividido em três partes.
na primeira eu e o sidney (hahahaha) magal estávamos aparentemente namorando, ou sei lá. visitamos alguns lugares turísticos e não sei porque, acordei achando que era no rio de janeiro. o que mais ficou na minha memória foi quando visitamos uma construção histórica, que ficava num lugar cheio de árvores e mato. bem, daí… eu sei que a gente se pegou muitas vezes e vários lugares. e ele era todo um príncipe comigo e muito, muito, muito hot. =)
e bem, eu acordei. ou melhor, semi-acordei com o meu celular despertando. mas eu quis porque quis voltar a dormir, porque nessa sonolência eu concluí que 1. se eu voltasse a dormir, voltaria a sonhar a mesma coisa e 2. eu queria voltar pros braços do sidney magal sem demora.
na segunda parte, acredito que como castigo, já não era mais eu que estava com o magal e sim a minha amiga Thay. ela era, digamos, eu no sonho. e ora aparecia ela, ora aparecia eu. e com essa tentativa de retorno ao mesmo tema, criou-se uma história esquisita dentro do sonho.
a thay/eu tinha sido criada por uma familia porque os pais dela sei-lá-o-quê. e nessa família, tinha um tio/alguém que era o sidney magal. quando ela cresceu, que foi trabalhar e estudar, esse tio/alguém já tinha ido cuidar da sua vida. e ela/eu sempre fora superapaixonada por ele.
suprimindo os detalhes de que no sonho ouvi dizer que ele era 12 anos mais velho do que ela/eu e ela/eu trabalhava em uma loja de ferragens, o magalzitcho voltou e se declarou apaixonado por nós duas, que eram a mesma pessoa, como já expliquei.
como isso não fez sentido nem no sonho, eu resolvi, dentro do próprio sonho, “re-sonhar” o que tinha ficado sem explicação ou com partes faltando – que eu julgava que seriam partes mais românticas, coisa e tal. daí…
na terceira parte, já restaurada do meu eu único, resolvi que ia fazer um filme (!) sobre a história de amor do magalys com a personagem baseada no meu eu-onírico. e não é que fui fazer testes de elenco?!? dentro da loja de ferragens?!? absurdos a parte, e relevando o fato de que houve um insert de mim mesma subindo uma ladeira empurrando um carrinho de supermercado na direção da loja de ferragens, fui fazer o tal do casting.
era uma cena na cozinha da loja, com um garoto e a senhora que seria a cozinheira, e que aparentemente, era uma não-atriz cozinheira do local. um pouco antes de dar o “ação”, revelei para os presentes, que a proxima que faria o teste, era a minha amiga thay (!!), que de amante virou atriz, veja só. aí, confusão geral. não era justo pra cá, você vai favorecer sua amiga pra lá… – mas eu assegurei que tudo seria imparcial, que eu sabia separar as duas coisas, e como no sonho, minha palavra causava um certo impacto, todos se aquietaram e começaram-se os testes.
foi tudo um horror. o ator, não atuava. e a não-atriz, menos ainda. no meio, ainda tocou músiquinha emo digna da abertura da “malhação” porque o ator achou que seria bom pra “mudar de cena”. diante disso, minha mente decidiu que o melhor era acordar mesmo, porque o absurdo chegava a níves horripilantes.
porque tudo bem beijar o sidney magal, né, mas daí a ouvir música emo, é demais.