sexta-feira, 4 de julho de 2014

Câncer, UFO, Azulejos & Série de TV

sonhei um môn-di-côisa essa noite, mas me lembro de flashes porque cada vez que despertava o celular eu acordava com o final do sonho na cabeça. como eu sou muito inteligente, deixei no soneca durante mil anos e fiquei acordando e dormindo numa pira onírica louca.

sonho 1
tô numa casa e sei que tenho um câncer terminal aleatório. mas eu tô de bouas, não tô acabada nem nada. aí eu saio pra fora da casa e tem um ovni voando no céu. de alguma maneira eu sei que eu tenho família, mas não é a minha família atual, é uma outra. e tem um pai e uma mãe e irmã ou irmão, não sei. eu sei que meu pai é bem jovem, que é quem eu mais lembro no sonho. eles estão atrás de mim e me incentivam a pegar uma lanterna e iluminar o ovni, como que chamando ele. aí eu faço isso porque eu super curto essas coisas mesmo. daí o disco voador parece que me vê e muda a rota e se aproxima da casa. aí uma voz, que parece vir do ovni, me chama. eu me aproximo do ovni e ele põe uma luz em cima de mim. aí essa voz começa a falar que vai me curar e tal. desce um instrumento de metal fininho e comprido e a voz diz que vai ter que enfiar aquilo no meu nariz. aí eu pergunto se vai doer e a voz começa a rir e meio que debochar e diz que "claro que vai doer, mas vai te curar". o instrumento de metal se dobra e entra na minha boca, cravando no céu da boca. e eu pensei "ah isso vai até o meu cérebro" e por algum motivo nem dói tanto quanto eu esperava. daí a voz continua falando, mas eu não lembro o que, só sei que falava muito. e lembro de me dar vontade de vomitar, por causa daquela coisa na minha boca, mas eu tentava me manter calma.

sonho 2
estou andando por montanhas. é um dia de sol lindo e as montanhas estão verdinhas e lindas. aí eu estou no alto de uma delas e começo a tirar umas fotos de mim mesma, mostrando o fundo da foto cheio de pessoas, que agora estão na base da montanha. aí eu começo a descer a montanha e de repente estou no...

sonho 3
eu esqueci completamente esse sonho, exceto que eu estava dentro de um caminhão com outras pessoas e acho que ia rolar algum tipo de crime. eu tinha uma faca, que estava escondida comigo e estava pensando em como ia usa-la. mas sinceramente, me lembro pouquíssimo.

sonho 4
chego em um banheiro. e tem um cara azulejando o banheiro (what). daí ele está explicando que é melhor usar o rejunte tal, que fixa melhor o azulejo, do que o outro rejunte que é mais liso e não segura o azulejo... ã?

sonho 5
do nada, tudo desaparece e na real o que aconteceu eram episódios de uma série que eu tinha escrito.  os créditos passavam na tela, que na realidade era uma folha de ofício com todos os nomes dos episódios que escrevi, que alguém tinha tirado uma foto e estavam mostrando na tv. bize. e daí entra a voz do locutor de filmes nacionais falando "Gabriela Beltrand é conhecida por ser uma pessoa ........ (não lembro o que eu era) mas o próximo episódio será de autoria de Bianca Rinaldi". WTF.

bizarro por bizarro, me curei do câncer, subi montanha, azulejei banheiro e escrevi uma série.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Dragões & Sucos

semana passada, acho, sonhei que um dragão me perseguia. não sei se era bem um dragão, mas vamos supor que era. e eu passava por portas e as fechava lançando um raio congelante que saía das minhas mãos. daí o dragão ia lá e derrubava. e eu fiz isso diversas vezes, cada vez passando por mais portas e as fechando com o raio e ele as destruindo e assim íamos. 
determinado momento cheguei numa sala onde havia uma moça, que supostamente era minha amiga, mas não sei quem era. pedi ajuda dela, pois o dragão logo viria derrubar a porta. começamos a revirar umas caixas de produtos de limpeza e encontramos uma garrafa de algo que seria uma água sanitária misturada com algum tipo de ácido de limpar gordura de fornos. enfim.
o dragão derrubou a porta e comecei a jogar aquilo sobre ele. cada vez que eu espirrava aquele líquido, o dragão diminuía de tamanho. eu fui jogando aquilo até que ele ficou menor do que o meu pé. então eu pisei em cima e o esmaguei. fim. 

daí ontem, 19/jun, descobri que minha avó tinha morrido. e de ontem pra hoje sonhei o seguinte:

eu estava andando na rua. e cheguei num posto de gasolina. eu estava com alguém, não lembro quem. e estávamos com fome ou com sede, também não lembro. e tinha esse lugar, oferecendo umas coisas. e a gente entrou. daí descobrimos que era um lugar que testava remédios. e vc ficava preso lá e eles iam fazendo os testes. os remédios que eles testavam vinham nos sucos, que era a única coisa que tinha disponível. e se vc se rebelasse e decidisse não tomar o suco você podia morrer de fome. mas era uma opção sua, você podia fazer isso. mas eles nunca te deixavam sair.
e era um copo de suco por dia e cada um tomava um diferente. eu acho que eu tomei, mas não lembro. eu sei que tentei fugir, e acho que consegui no final. mas não lembro mais. quando acordei eu lembrava, mas agora, não mais.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Musica, West Wing, Casamento & Afinadores de Piano

Que se soltem os balões e que a banda toque pois hoje sonhei, lembrei, anotei e cá estou! Um milagre? perguntariam muitos. Não, meus caros amigos, não! Isto nada mais é do que necessidade de evitar o inevitável: final cut aberto esperando pela famigerada edição! Pois bem, sem mais churumelas. Eis o sonho:

Havia uma peça de teatro, imagino que meio opereta, meio musical moderno, não lembro ao certo. Eu falava pra todo mundo que era ótima, que todos deveriam ver e de fato vi muitas vezes, levando várias pessoas. Lembro de estar sentada à esquerda da platéia, do mesmo jeito que fiquei quando fui ver Mamma Mia! na Broadway. Engraçado que agora me vem a idéia de que talvez eu tivesse algo a ver com a produção desse espetáculo, mas não consigo lembrar com exatidão.

Ok.

Estamos em The West Wing (de novo, por que não?). Josh e Donna estão conversando sobre alguma coisa. Eu não estou mais no sonho, só observo. 
O Danny chega e começa a experimentar várias gravatas que o Josh tinha. Nesse ponto do sonho eu sei que eles todos vão a um casamento, que parece ser da Laurie (sim, a callgirl lá da primeira temporada, wtf) com alguém. Então o Danny pergunta à CJ que cor de gravata ela gostava e ela responde que gosta de gravata rosa (HAHHAHAHAHHA). O Danny começa a procurar por uma gravata rosa, mas não tem. A maioria das gravatas são bordô com umas estampas meio horrorosas. O Danny fica experimentando várias, dizendo que ele também curtiria uma gravata verde ou azul. Engraçado que nesse ponto do sonho é como se eu estivesse lá, mas não existisse de fato na história. Dois motivos me deram essa impressão: eu estava animada com o fato do Danny experimentar mil gravatas porque eu teria a oportunidade de dar vários nós de gravata, coisa de que gosto muito; e eu pensava por mim e pelo Danny ao mesmo tempo. Como se eu fosse ele e eu. Tipo, uma hora me veio na cabeça que o Danny queria uma gravata verde porque combinava com os olhos dele. Depois eu pensei, "como assim? os olhos dele são azuis, tem que ser gravata azul". E nisso o Danny no sonho pensava "ah, eu quero uma gravata azul, porque combina com os meus olhos". 
Confuso.
Entretanto, pensando melhor agora, parece que eu estava modificando o sonho conforme ia sonhando, o que é lindo demais. Fora que é super plausível eu pensar por mim e por ele, visto que o sonho está todo na minha cabeça e todos os personagens do sonho refletem o sonhante. 

Ok.

Eles vão todos juntos para o casamento, que é num shopping. Haviam várias pessoas aglomeradas na porta do shopping, como se fosse uma edição do Golden Globe ou Oscar. Bem, as pessoas iam entrando aos poucos e parando na porta para tirar fotos. Daí as portas automáticas abriam e os convidados entravam. Na hora que o Danny e a CJ iam entrar ninguém quis tirar foto deles (pobresbichos). Aí eles entraram e a CJ ficou chateadíssima por causa disso. Andando pelos corredores do shopping o Danny perguntou se ela ainda estava traumatizada pelo que tinha acontecido no passado dela e nisso entra um flashback da infância da CJ. 
Flashback: CJ criança paradinha, não sei exatamente qual era a situação, mas uma mulher pergunta: "quem é que vai querer tirar uma foto sua/ver você?". Fim do flashback.

Continuando a saga, os dois não conseguiam achar o lugar do casamento de jeito nenhum, pois tinham se perdido dos outros na hora de entrar. Em um momento vemos os dois andando de costas pelo shopping e dá pra ver que o Danny está usando um tênis de corrida branco horroroso. A CJ percebe isso e fala que ele precisa trocar o sapato. Corta para o mesmo enquadramento (sonhando que nem filme, a gente se vê por aqui) com ele já usando um sapato marrom normal. A bolsa que a CJ carrega fica estufada com o tênis dele e eu fico pensando que aquilo ali é feio demais e ela não pode ir a um casamento com aquela bolsa. 
Em um determinado momento, não sei se antes ou depois de tudo isso, eles também vão a uma loja de gravatas para continuar procurando por uma gravata rosa ou azul, mas não tenho certeza se eles acharam ou não.
De repente eles começaram a procurar por alguém que fosse responsável por pianos porque com certeza eles saberiam onde era o casamento (?). Acho que a lógica era: no casamento tem música, música de um piano, alguém que fosse responsável por pianos saberia onde tem um. Jézhus.
Eles encontram um casal que afinava pianos e o engraçado é que o casal parecia surpreso de encontrá-los, principalmente a CJ. Acho que eles sabiam que ela era Press Secretary e tipo "oww!". Eu fiquei feliz nessa hora porque pensei que a CJ não se sentiria tão mal por ter sido destratada na entrada. 
Aí a CJ vai pro piano e começa a tocar, enquanto a moça ia afinando as cordas e os homens ficavam à volta observando. 

Ok.

Eles acabam encontrando o casamento. Aí tinha uma arara cheia de roupas iguais que eles tinham que vestir. E do nada a CJ já estava usando um vestido branco com umas flores coloridas e o Danny, não me lembro, mas acho que usava um terno com um padrão meio parecido com o dela.
A Donna nessa hora já estava com eles novamente e ela diz que eles tinham que ter escolhido outra roupa e não aquela. O casamento era meio motivo havaiano e todo mundo tinha que usar as roupas coloridas e as que a CJ e o Danny estavam usando eram as dos noivos. HAHHAHAHHAHA
Alguém diz que eles arruinaram o casamento. 
Depois de conversar com algumas pessoas, se descobre que tinha sido uma armação de uma amiga da CJ, que trabalhava na West Wing, mas que a odiava. Bizarramente essa amiga era interpretada pela Catherine Keener (mais risos).
Eles então vão trocar de roupa numa loja de cosméticos e o Danny tira a CJ para dançar e eles ficam dançando e se beijando. E eu fico feliz porque existe um episódio onde eles dançam, que eu não sabia que existia (milhões de risos - as if).

Ok.

Agora eu já estou no sonho de novo, andando com o Danny na rua. Daí eu ficava querendo falar com ele sobre a CJ, se ele gostava dela, porque queria ouvir ele falando sobre ela. Perguntei pra ele se ele queria ter filhos e ele me respondeu que primeiro precisava aprender inglês e eu não entendi nada. Engraçado é que eu perguntava as coisas pra ele em inglês e ele respondia em português. Logo faz um pouco de sentido ele querer aprender inglês, mas hein? Nada faz sentido.

Agora voltando ao final cut. So help me God.

domingo, 4 de maio de 2014

Espelhos retrovisores, suicídio & inundação

eu tenho sonhado todos os dias. tenho anotado os sonhos todos os dias? claro que não. tenho anotado alguns dias com detalhes? mas é claro que não. anotei daquelejeito o que deu pra lembrar horas depois? claro que sim.

26/04/14: sonhei que tentava me matar e nunca conseguia. era como se eu estivesse numa jornada para o suicídio. ia indo, de lugar em lugar, como se precisasse cumprir provas pra depois poder me matar.

01/05/14: sonhei que a CJ estava indo embora. ela estava sentada no carro, na rua da casa dela em DC, olhando pelo retrovisor. aí vinha um cara, que ela achava que era o Danny e de repente nem era. e do nada o Danny aparecia para impedi-la de ir embora.

algum dia aleatório: lembro vagamente de um sonho em que a casa inundava e a gente ficava vivendo nela inundada.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Recorrências Oníricas

Sonhei um mon-di-coisa.

01/02/2014: sonhei que tinha ido pra NY de novo e ficado somente três dias. E foi ruim. Não sei porque, faz muito tempo e não lembro mais.

07/02/2014: sonhei que tinha feito uma mudança de sexo (!!!!). aí falei pra minha mãe e ela ficou meio chocada, mas pareceu aceitar. eu pensava que podia voltar atrás sempre que eu quisesse, já que eu era mulher e era mais fácil reconstruir uma vagina do que um pênis. enfim. eu tinha um pinto gigantesco. aí de repente eu já era a CJ, com pênis. e o Danny, vendo minha situação resolveu mudar de sexo também. vish.
(um adendo aqui, eu sonhei isso e anotei no bloco de notas pra poder mandar pra cá depois e, jézus, que coisa mais bizonha pra sonhar. e de repente eu sou a CJ com pinto?! daoni. enfim.)

14/02/2014: sonhei que o beto tinha uma casa maravilhosa onde fomos passar uns dias. acho eu. sei que estava lá e super tava rolando um clima com o r. hahhahahah. e nos beijamos e foi super legal e tal. aí depois eu acho que beijei outra pessoa da equipe também, não sei quem. e fiquei entre os dois, tipo, olhando de longe e pensando qual escolher. as if.
aí fui para um outro cômodo dessa casa e o beto me seguiu. disse que queria falar comigo pois queria saber que historia era aquela de suicídio. parece que ele tinha encontrado coisas que eu tinha escrito e tinha ficado sabendo do penhasco (???), que eu tinha ido lá e tal. e eu falei pra ele que era uma coisa que passava pela minha cabeça as vezes. e ele parecia meio preocupado, mas não num sentido de desespero, mais de preocupação comigo e não com o fato de que se eu morresse ia ser ruim pra ele. sei lá. mas daí eu tava tão inebriada pela historia do beijo que aquele pensamento de suicídio não estava mais me passando pela cabeça e falei pra ele ficar tranquilo.
(nota: isso eu sonhei quando estávamos gravando um filme, por isso a menção à equipe e tal. fato é que depois eu fiquei com aquela merda de sensação pós-sonho+pós-beijo e foi muito sacal encarar essas pessoas no dia seguinte.)

26/03/2014: CJ & Danny, again (why not). Eles eram casados e tinha brigado. A cena se passava no quarto deles, o Danny dormindo num sofá dentro do quarto por causa da briga. A CJ o chamou pra conversar e foi fofo e cute.
Nisso eu estava com a minha mãe vendo o primeiro episódio do House. E sei lá porque A Allison Janney e o Bradley Whitford estavam no elenco. Mas o sobrenome dele na vida real era ridículo, alguma coisa com cerveja, pq o pai tinha uma fábrica de cerveja (wtf). Havia um pôster dessa marca e eu ficava olhando praquilo tentando decifrar o nome dele.
A personagem da Cameron também estava no episódio e havia uma cena em que ela quase morria atropelada por um trem. E quem descobria que tinha sido uma armação de uns latinos era o Fernando Colunga, porque ele também era ator do episódio (céus, todo mundo resolveu aparecer nesse sonho). E enquanto eu assistia o episódio eu disse pra minha mãe que a dublagem estava mal feita porque os latinos pareciam burros e não eram.
No final, de alguma forma, a CJ e o Danny faziam parte desse episódio, o que só quer dizer que eu não me dei conta no início do sonho. Mas também que diferença faz.

07/04/2014: sonhei que estava filmando algum evento (me pareceu que era um casamento, mas não tenho certeza), eu e mais dois meninos na equipe. um deles era um japa mais novo do que eu. em um determinado momento, estávamos arrumando os equipamentos e não sei porque surgiu o assunto de que mulheres eram inferiores aos homens e eu fiquei muito puta e perguntei se o japa realmente acreditava nisso e ele dizia que sim, num misto de vergonha e como se a coisa toda fosse óbvia. falei então que não ia mais filmar aquela merda e fui embora. lá fora eu encontrei com o rodrigo e mais algumas pessoas, contei a história e ninguém pareceu se importar. eu achei que as pessoas iam me defender de alguma maneira, mas ninguém deu a mínima. aí eu fiquei pensando, "porra, eu precisando de dinheiro e deixei de fazer um trabalho por princípios que ninguém liga". e foi isso.

19/04/2014: sonhei que tinha ido ao programa do Silvio Santos que às vezes parecia que era do Ratinho e depois voltava a ser do Silvio Santos. Num determinado momento rolou um quadro em que eles iam dar prêmios em dinheiro. Eu não lembro muito bem o que tinha que fazer, só sei que uma hora eu comecei a catar dinheiro do chão. Aí o Silvio multiplicou o que eu achei por mil, ou algo assim, e no fim eu ganhei 1.330.000,00 milhões de reais.
Fiquei super aliviada porque finalmente ia ter uma vida tranquila. A mãe e a Fer estavam na platéia e lembro que falei que agora poderíamos ir para NY. Teve um momento em que a Fer falou que devíamos levar a mãe para a Europa e eu disse que não, que tinhamos que comprar um apartamento. Mas depois cogitei levar a mãe pra Europa tbm, porque ia sobrar dinheiro.
Eu coloquei todo o dinheiro do prêmio na minha mochila da faculdade e fomos embora. Eu estava morrendo de medo que me roubassem então falei pra mãe e pra Fer que deveríamos pegar um táxi, pois já era noite. Nessa altura a tia Angélica e a Júlia estavam junto também. Mas ao sairmos não havia táxi. Andamos pra baixo e pra cima e nada. Todo mundo que estava na plateia tbm tinha saído e procuravam táxis e eu estava com cada vez mais medo que nos roubassem. Aí resolvemos sair de perto das pessoas pra procurar em outro lugar. Fomos para uma rua afastada que parecia ser uma BR e começamos a acenar até que finalmente apareceu um taxista num fiat Strada. Aí eu perguntei pra ele se ele conseguiria levar todo mundo, pois estávamos em muitos e ele respondeu que sim, que tinha até 28 lugares no carro dele (hein). Quando entramos no táxi eu disse ao motorista que tínhamos que voltar para buscar a Allison Janney que estava sem táxi, esperando em um bar com o resto da platéia. Mas o sonho acabou aí.

Wish #214566: anotar o sonho aqui logo que acordar, com detalhes e não só essa pira genérica.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Pistolas, Mamilos & Não Leia meu Diário

HAHHAHAHAHHAHAHAH

Mahgod.

Não sonhei uma história hoje. Foi só um fluxo de imagens BEEH-ZAH-RRO. Ei-lo:

Um carro invisível estaciona em frente a uma casa e a Família Addams está dentro (do carro, no caso, mesmo invisível). Eles descem e entram na casa, que parecia aquela casa deles mesmo, do filme, mas não era.

Eu estou atirando com pistola de ar. O que é uma pistola de ar? Não sei. Existe isso? Também não sei. Era uma pistola carregada com uma espécie de bombinha de asma. Sáscoisalôca. Aí eu consegui matar sei lá quem que eu queria matar. Aí saio correndo e entro numa espécie de gruta/caverna gigantesca toda vermelha por dentro e o Danny está lá. Eu corro pros braços dele e ele me pega no colo e a gente se beija enloquecidamente na frente de TODO MUNDO. Ê. (não sei quem seria esse todo mundo).
E o Josh aparece do nosso lado, do nada, lendo o meu diário (um com a capa roxinha que eu tenho). E eu fico super brava, porra, tu leu o meu diário, Joshua! Atrevido.

De repente estou olhando para os meus peitos e eu tenho dois mamilos. Tipo, dois mamilos em cada peito. Quatro mamilos. E daí, fico olhando praquela coisa bizonha. Aí olho de novo e ufa, voltou ao normal. Mamilos são polêmicos.

domingo, 26 de janeiro de 2014

West Wing (again and 4ever, baby!)

Estou sonhando bastante ultimamente. Tenho meus palpites do porquê, mas isso não vem ao caso, já que é bastante óbvio. De qualquer forma tentei, na maioria das vezes, anotar os sonhos assim que acordava e em outras tentei confiar na memória, aquele erro típico e jacu que não funciona, nunca funcionou, nunca funcionará.

Que abra-se o bloquinho de notas eletrônico e que jorre o maná de Morfeu:

24/01/14 - 15:57pm (porque eu acordo de tarde sim, qualéquiéopoblema)

1. Meus pais eram casados. E meu pai resolveu largar o emprego antigo dele para seguir um sonho. E o sonho dele era comprar um trailer e viajar (acho eu, não sei se viajar fazia parte do sonho ou eu estou inventando agora). Aí eu fiquei pensando que era legal ele seguir um sonho, que era estimulante ver isso nele. Eu achei muito bonito, mesmo.

2. Eu era amiga da Allison Janney, via internet (lá vem). A gente passava as noites conversando online, ela me contava altos babados da vida dela. Até que uma noite ela não ficou online e eu fiquei muito puta. Quando ela ficou online de novo, na noite seguinte, eu fui tirar satisfação. E a Allison me contou que tinha conhecido um cara em um talk show, do qual ambos eram convidados, e que ela acabou na cama com ele. E que ele era ultra-plus-master hot. Agora vem a parte bizarra (só agora?): ela queria me mostrar o quão "avantajado" ele era. E sei lá como ela apareceu na minha frente, usando um vestido vermelho, e me abraçou, pra eu "sentir" o tamanho do pinto do cara. WHAT? E obviamente que eu senti, claro. Mas meu, comássim. Allison Janney with a dick. Why, oh, why. E ela ficou se esfregando em mim e rindo. E tipo, pensando agora... nem acho ruim. Gay for CJ!

25/01/14 - 10:23am 

Eu acordei, anotei esse sonho e pensei: ah, vou acordar cedão, ê. Mas daí voltei a dormir e só acordei 3 horas da tarde. Putaquemepariu. Eu sonhei uma coisa depois desse sonho que relatarei abaixo, mas não me lembro mais. Putaquemepariu (de novo).

1. Danny tinha ido embora para evitar o escândalo que já começava na Casa Branca. Escândalo, que escândalo? Oras, eles não podem ficar juntos, conflito de interesses e o escambau.
E por um momento eu era a CJ e queria escrever uma carta com a letra de uma música que eu achava que tinha tudo a ver com a nossa história. Pra ele lembrar de mim-CJ com alguma esperança, já que aparentemente eu não podia dizer pra ele que o amava, coisa e tals. Mas eu não conseguia lembrar da música, de jeito nenhum. Na minha cabeça eu sabia que existia a tal música. Talvez exista eu só não consegui lembrar na hora (e muito menos agora). Eu estava com o papel e a caneta na mão e o Danny estava indo embora e eu não conseguia lembrar. Só me vinha na cabeça a música Varúð do Sigur Rós. Engraçado pensar nisso agora, porque essa música tem algumas particularidades. A começar pelo nome, que significa "Cuidado / Caution" em islandês. Ela me inspira uma atmosfera mágica e macabra, uma coisa que me agrada muito. A letra é algo que ainda não consegui decifrar. Fala de vento gelando ossos, campos vazios, acender velas ao anoitecer, paredes construidas com o vento que vem de dentro... Não sei, talvez tenha a ver com a Islândia. Com a atmosfera do lugar. De qualquer forma, acordei com essa música na cabeça. 

2. De repente eu não era mais a CJ, eu era eu (ou no caso, o eu que observa o sonho). E a CJ tocava violino. Ela decidia largar a Casa Branca pra ir estudar violino em New York, para que ela e Danny pudessem ficar separados por um tempo, já que estava rolando aquele escândalo todo. 
E do nada eu estou numa lanchonete com a minha mãe em São Paulo (wtf) e ficava passando na televisão o tempo todo informações sobre o dito "escândalo".
Num desses "plantões" falavam que o Danny olhava para a boca da CJ e não só para os olhos e que isso significava que ele gostava dela, logo: EXTRA! EXTRA! Assessora de Imprensa da Casa Branca envolvida em escândalo amoroso com correspondente da Casa Branca ao Washington Post! MÁCOMASSIMBRASEEEL.
Tenho que dizer aqui em minha defesa que isso é uma coisa que venho notando muito enquanto assisto aos episódios e pensando mahgod que baita interpretação da Allison e do Timothy, e pronto, taí no sonho, né. Claro. 
E no final do sonho eu não conseguia ouvir a televisão direito, porque minha mãe não parava de falar sei lá sobre o quê, e eu ali, num bar em SP, querendo prestar atenção na reportagem.

domingo, 19 de janeiro de 2014

West Wing State of Mind

Estou tentando há alguns minutos lembrar qual foi a ordem dos acontecimentos no meu sonho. Não consegui. Então segue um relato de como eu acho que foi. Mas pode não ter sido. E de qualquer forma, what do I care?

Local: West Wing. Vulgo Ala Oeste da Casa Branca. Uma sala. Aquela iluminação amarelada, linda. Josh, Toby, Donna e o resto do staff da Casa Branca. Três crianças. Meio que todo mundo está cuidando dessas crianças que tem idades diferentes. Parece que está rolando uma festa. De alguma maneira eu sei que Danny e CJ não estão na sala porque estão se agarrando em algum outro lugar. Eu meio que sei que os filhos são deles também. Mas não tenho certeza agora, de quem eram essas crianças. Enfim.
Não tenho muita certeza também se estou no sonho. Ora parece que sim, ora parece que não.
Então Leo McGary manda chamar Danny e CJ na sala dele. Mas a sala dele não é mais aquela ao lado do Oval Office e sim nesse prédio comercial com mil andares. Era uma continuação da Casa Branca, mesmo que isso não faça sentido.
Por algum motivo todo mundo vai. Eu também vou. Eu lembro que estou no elevador, com aquela galera. As crianças sumiram. E eu sou baixinha, porque vejo todo mundo de baixo. Ou sou criança. Ou nem estou sonho e esse é o enquadramento. 
Aí saímos do elevador, nesse prédio e vamos até a sala do Leo. Só a CJ e o Danny entram. E eu, claro. O Leo começa a dar um esporro fenomenal nos dois, dizendo que eles não podem ficar se agarrando pelo West Wing, que o relacionamento dos dois é um absurdo, proibido, etc, etc. Aí num determinado momento da discussão acalorada a CJ diz: "I'm sorry Leo, but I can't stay away from the man I love!" (sim, eu sonhei em inglês). Danny fica muito surpreso e diz: "Do you love me? I mean... really?", com aquela carinha ginger-cute dele. Por isso que eu tenho dúvidas se aquelas crianças eram realmente filhos deles, porque ele fica surpreso demás com o fato dela amá-lo. Tipo, surpreso nível série verdadeira, nível CJ amando Danny na primeira temporada. Então a CJ responde que sim, que é verdade. E Danny diz: "I love you too, CJ!" e a beija. 
Leo fica olhando para os dois ali e resolve que tudo bem eles ficarem juntos, já que é AMOR mesmo. Aí não sei porque exatamente, mas o Leo diz que vai dar uma festa para comemorar o fato de que eles vão se casar. Whaaaat? Acho que a foi conclusão mais básica do mundo, mas enfim.
E nessa altura do sonho, por aqueles motivos que só se explicam com um sei lá homérico, o Danny ainda era casado com a Allison Janney (!!!!) e os dois estavam se divorciando.  why oh why.
Aí eu saí da sala do Leo, e agora eu tenho certeza que eu existo no sonho. Eu vou até um mural onde tem uns papéis fixados. E tem um texto que eu sei que é do Danny. E eu me interesso em ler, pra ver como eram as matérias que o Danny escrevia pro Washington Post. São folhas de ofício, acho que 3 ou 4, impressas, penduradas no mural por um alfinete. Engraçado, mas notei que o alinhamento não estava justificado, estava daquele jeito horrível que eu detesto. Eu remexo nas folhas penduradas, dá pra ver a primeira folha e a última, mas as páginas do meio parecem em branco. Eu olho mais uma vez e não, na realidade, a tinta das páginas do meio está fraca. Eu leio um pouco, mas agora não lembro nada do que estava escrito.

Ok.

Prédio de escritórios. Não tenho certeza se é o mesmo. Eu e Danny estamos nos agarrando. Muito. Tipo, making out hard. E é tipo, lindo. A gente ia andando por todos os lados, até que chegamos num andar que era uma loja de móveis. E a gente sentava nos sofás e ia se agarrando. Mucho mara. 
Engraçado que era bom, lindo e mucho mara, mas ao mesmo tempo eu me sentia traindo a CJ, de alguma maneira. E agora eu não tenho mais certeza se era com o Danny (personagem) ou o Timothy Busfield. But whatever.

Ok.

Estávamos eu e o pessoal do West Wing, ou ao menos eu acho que eram eles. Estávamos na lateral de um prédio, do lado de fora, entre uma grade de arame e esse tal prédio. Não sei se era o mesmo de antes e de antes. Havia esse espaço de chão batido e a gente estava ali. 
Aí um prédio ao longe começou a desabar. E acho que era possível que aquilo nos alcançasse e começamos a correr. E eu pensava que era uma droga não ter uma saída lateral pra gente correr pra longe lateralmente e não pra frente, que poderia não adiantar nada. E ficamos correndo.



Nota: não é a primeira vez que eu sonho com a dupla CJ/Danny. Mas o que sonhei ficou no esquecimento porque, obviamente, não anotei quando deveria. Thumbs up for me.

pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...