domingo, 28 de julho de 2013

Abraços com o mordomo

Há umas três noites, mais ou menos, eu sonhei que abraçava o Jim Carter. Ou melhor, Charles Carson. Ele estava todo lindo e imponente no seu butler attire, mas sem o casaco, apenas com a camisa. Eu não lembro de muitas coisas do resto do sonho, mas o que mais me marcou foi o abraço. Ele era grande e os braços me enlaçavam de um jeito muito protetor e eu me senti amada, finalmente. Era como abraçar alguém que ama você e que você ama (algo que eu nunca tive, exceto fraternalmente falando). E eu acordei sentindo o calorzinho do corpo dele e aquelas borboletas no estômago, tão gostosas e tão almejadas... Enfim. 
A gente se beijou também, mas nesse momento, eu me via de fora. Eu não estava dentro do meu próprio corpo, estava só assistindo. Lembro ter pensado que era uma coisa legal e bonita da qual eu não fazia parte. Eu conseguia ver as costas largas dele e eu quase sumi naquele beijo, mas não o experimentei. O abraço, no entanto, foi o mais real que eu já tive, um dos mais calorosos e verdadeiros. E posso dizer que pensar nele agora me faz sentir um pouquinho do que foi a experiência e fico num misto de completude e vazio por pensar que só senti isso num sonho, numa ilusão.
E o mais engraçado é que mal posso olhar para fotos do Jim/Carson agora sem suspirar um pouquinho.

Que vida cú.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Novela & Agulhas

Tive esse sonho no dia 28/06 e graças ao meu iphone consegui armazenar rapidamente o que sonhei ao acordar. Ao reler, eis a surpresa: não entendi lhufas. A descrição que se segue vem diretamente meu garrancho eletrônico.

Eu estava fazendo uma novela com a Pathy dos Reis. Mas eu não sei se eu era exatamente uma atriz. Eu só sabia que aquilo era uma novela e que estávamos nela. Ela era a protagonista e eu acho que eu era uma prima. O Antônio Fagundes também estava na trama e ele era um fazendeiro turrão que tinha estuprado a Pathy. Em determinado momento a gente se rebelou contra ele e eu o matei a tiros. Aquilo me fez sentir vingada de uma certa forma.

A partir daqui eu lembro só de fragmentos bizarros sem sentido:

- Alguém pediu pra gente engolir uma agulha. Haviam várias num cesto e a gente tinha que engolir aquilo.

- Minha mãe também estava na novela, e atuava como minha mãe, e sei lá porque eu era menor, mais criança.

- Acho que era páscoa também, porque haviam uns ovos de páscoa.

- E a Júlia estava lá, mas ela era um gatinho e tinha muitos irmãos gatinhos. What?

Foi isso. Sinceramente eu acho que isso é de uma bizarrice tão grande que eu só consigo entender a primeira parte. E a coisa das agulhas me deixam intrigada.

pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...