HAHHAHAHAHHAHAHAH
Mahgod.
Não sonhei uma história hoje. Foi só um fluxo de imagens BEEH-ZAH-RRO. Ei-lo:
Um carro invisível estaciona em frente a uma casa e a Família Addams está dentro (do carro, no caso, mesmo invisível). Eles descem e entram na casa, que parecia aquela casa deles mesmo, do filme, mas não era.
Eu estou atirando com pistola de ar. O que é uma pistola de ar? Não sei. Existe isso? Também não sei. Era uma pistola carregada com uma espécie de bombinha de asma. Sáscoisalôca. Aí eu consegui matar sei lá quem que eu queria matar. Aí saio correndo e entro numa espécie de gruta/caverna gigantesca toda vermelha por dentro e o Danny está lá. Eu corro pros braços dele e ele me pega no colo e a gente se beija enloquecidamente na frente de TODO MUNDO. Ê. (não sei quem seria esse todo mundo).
E o Josh aparece do nosso lado, do nada, lendo o meu diário (um com a capa roxinha que eu tenho). E eu fico super brava, porra, tu leu o meu diário, Joshua! Atrevido.
De repente estou olhando para os meus peitos e eu tenho dois mamilos. Tipo, dois mamilos em cada peito. Quatro mamilos. E daí, fico olhando praquela coisa bizonha. Aí olho de novo e ufa, voltou ao normal. Mamilos são polêmicos.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
West Wing (again and 4ever, baby!)
Estou sonhando bastante ultimamente. Tenho meus palpites do porquê, mas isso não vem ao caso, já que é bastante óbvio. De qualquer forma tentei, na maioria das vezes, anotar os sonhos assim que acordava e em outras tentei confiar na memória, aquele erro típico e jacu que não funciona, nunca funcionou, nunca funcionará.
Que abra-se o bloquinho de notas eletrônico e que jorre o maná de Morfeu:
24/01/14 - 15:57pm (porque eu acordo de tarde sim, qualéquiéopoblema)
1. Meus pais eram casados. E meu pai resolveu largar o emprego antigo dele para seguir um sonho. E o sonho dele era comprar um trailer e viajar (acho eu, não sei se viajar fazia parte do sonho ou eu estou inventando agora). Aí eu fiquei pensando que era legal ele seguir um sonho, que era estimulante ver isso nele. Eu achei muito bonito, mesmo.
2. Eu era amiga da Allison Janney, via internet (lá vem). A gente passava as noites conversando online, ela me contava altos babados da vida dela. Até que uma noite ela não ficou online e eu fiquei muito puta. Quando ela ficou online de novo, na noite seguinte, eu fui tirar satisfação. E a Allison me contou que tinha conhecido um cara em um talk show, do qual ambos eram convidados, e que ela acabou na cama com ele. E que ele era ultra-plus-master hot. Agora vem a parte bizarra (só agora?): ela queria me mostrar o quão "avantajado" ele era. E sei lá como ela apareceu na minha frente, usando um vestido vermelho, e me abraçou, pra eu "sentir" o tamanho do pinto do cara. WHAT? E obviamente que eu senti, claro. Mas meu, comássim. Allison Janney with a dick. Why, oh, why. E ela ficou se esfregando em mim e rindo. E tipo, pensando agora... nem acho ruim. Gay for CJ!
25/01/14 - 10:23am
Eu acordei, anotei esse sonho e pensei: ah, vou acordar cedão, ê. Mas daí voltei a dormir e só acordei 3 horas da tarde. Putaquemepariu. Eu sonhei uma coisa depois desse sonho que relatarei abaixo, mas não me lembro mais. Putaquemepariu (de novo).
1. Danny tinha ido embora para evitar o escândalo que já começava na Casa Branca. Escândalo, que escândalo? Oras, eles não podem ficar juntos, conflito de interesses e o escambau.
E por um momento eu era a CJ e queria escrever uma carta com a letra de uma música que eu achava que tinha tudo a ver com a nossa história. Pra ele lembrar de mim-CJ com alguma esperança, já que aparentemente eu não podia dizer pra ele que o amava, coisa e tals. Mas eu não conseguia lembrar da música, de jeito nenhum. Na minha cabeça eu sabia que existia a tal música. Talvez exista eu só não consegui lembrar na hora (e muito menos agora). Eu estava com o papel e a caneta na mão e o Danny estava indo embora e eu não conseguia lembrar. Só me vinha na cabeça a música Varúð do Sigur Rós. Engraçado pensar nisso agora, porque essa música tem algumas particularidades. A começar pelo nome, que significa "Cuidado / Caution" em islandês. Ela me inspira uma atmosfera mágica e macabra, uma coisa que me agrada muito. A letra é algo que ainda não consegui decifrar. Fala de vento gelando ossos, campos vazios, acender velas ao anoitecer, paredes construidas com o vento que vem de dentro... Não sei, talvez tenha a ver com a Islândia. Com a atmosfera do lugar. De qualquer forma, acordei com essa música na cabeça.
E por um momento eu era a CJ e queria escrever uma carta com a letra de uma música que eu achava que tinha tudo a ver com a nossa história. Pra ele lembrar de mim-CJ com alguma esperança, já que aparentemente eu não podia dizer pra ele que o amava, coisa e tals. Mas eu não conseguia lembrar da música, de jeito nenhum. Na minha cabeça eu sabia que existia a tal música. Talvez exista eu só não consegui lembrar na hora (e muito menos agora). Eu estava com o papel e a caneta na mão e o Danny estava indo embora e eu não conseguia lembrar. Só me vinha na cabeça a música Varúð do Sigur Rós. Engraçado pensar nisso agora, porque essa música tem algumas particularidades. A começar pelo nome, que significa "Cuidado / Caution" em islandês. Ela me inspira uma atmosfera mágica e macabra, uma coisa que me agrada muito. A letra é algo que ainda não consegui decifrar. Fala de vento gelando ossos, campos vazios, acender velas ao anoitecer, paredes construidas com o vento que vem de dentro... Não sei, talvez tenha a ver com a Islândia. Com a atmosfera do lugar. De qualquer forma, acordei com essa música na cabeça.
2. De repente eu não era mais a CJ, eu era eu (ou no caso, o eu que observa o sonho). E a CJ tocava violino. Ela decidia largar a Casa Branca pra ir estudar violino em New York, para que ela e Danny pudessem ficar separados por um tempo, já que estava rolando aquele escândalo todo.
E do nada eu estou numa lanchonete com a minha mãe em São Paulo (wtf) e ficava passando na televisão o tempo todo informações sobre o dito "escândalo".
Num desses "plantões" falavam que o Danny olhava para a boca da CJ e não só para os olhos e que isso significava que ele gostava dela, logo: EXTRA! EXTRA! Assessora de Imprensa da Casa Branca envolvida em escândalo amoroso com correspondente da Casa Branca ao Washington Post! MÁCOMASSIMBRASEEEL.
Tenho que dizer aqui em minha defesa que isso é uma coisa que venho notando muito enquanto assisto aos episódios e pensando mahgod que baita interpretação da Allison e do Timothy, e pronto, taí no sonho, né. Claro.
Num desses "plantões" falavam que o Danny olhava para a boca da CJ e não só para os olhos e que isso significava que ele gostava dela, logo: EXTRA! EXTRA! Assessora de Imprensa da Casa Branca envolvida em escândalo amoroso com correspondente da Casa Branca ao Washington Post! MÁCOMASSIMBRASEEEL.
Tenho que dizer aqui em minha defesa que isso é uma coisa que venho notando muito enquanto assisto aos episódios e pensando mahgod que baita interpretação da Allison e do Timothy, e pronto, taí no sonho, né. Claro.
E no final do sonho eu não conseguia ouvir a televisão direito, porque minha mãe não parava de falar sei lá sobre o quê, e eu ali, num bar em SP, querendo prestar atenção na reportagem.
Marcadores:
abraço,
amor,
escândalo,
excitação,
homossexualidade,
impossibilidade,
mãe,
música,
NY,
pai,
pênis,
personagens,
pessoas famosas,
sexo,
sonho,
troca de identidade
domingo, 19 de janeiro de 2014
West Wing State of Mind
Estou tentando há alguns minutos lembrar qual foi a ordem dos acontecimentos no meu sonho. Não consegui. Então segue um relato de como eu acho que foi. Mas pode não ter sido. E de qualquer forma, what do I care?
Local: West Wing. Vulgo Ala Oeste da Casa Branca. Uma sala. Aquela iluminação amarelada, linda. Josh, Toby, Donna e o resto do staff da Casa Branca. Três crianças. Meio que todo mundo está cuidando dessas crianças que tem idades diferentes. Parece que está rolando uma festa. De alguma maneira eu sei que Danny e CJ não estão na sala porque estão se agarrando em algum outro lugar. Eu meio que sei que os filhos são deles também. Mas não tenho certeza agora, de quem eram essas crianças. Enfim.
Não tenho muita certeza também se estou no sonho. Ora parece que sim, ora parece que não.
Então Leo McGary manda chamar Danny e CJ na sala dele. Mas a sala dele não é mais aquela ao lado do Oval Office e sim nesse prédio comercial com mil andares. Era uma continuação da Casa Branca, mesmo que isso não faça sentido.
Por algum motivo todo mundo vai. Eu também vou. Eu lembro que estou no elevador, com aquela galera. As crianças sumiram. E eu sou baixinha, porque vejo todo mundo de baixo. Ou sou criança. Ou nem estou sonho e esse é o enquadramento.
Aí saímos do elevador, nesse prédio e vamos até a sala do Leo. Só a CJ e o Danny entram. E eu, claro. O Leo começa a dar um esporro fenomenal nos dois, dizendo que eles não podem ficar se agarrando pelo West Wing, que o relacionamento dos dois é um absurdo, proibido, etc, etc. Aí num determinado momento da discussão acalorada a CJ diz: "I'm sorry Leo, but I can't stay away from the man I love!" (sim, eu sonhei em inglês). Danny fica muito surpreso e diz: "Do you love me? I mean... really?", com aquela carinha ginger-cute dele. Por isso que eu tenho dúvidas se aquelas crianças eram realmente filhos deles, porque ele fica surpreso demás com o fato dela amá-lo. Tipo, surpreso nível série verdadeira, nível CJ amando Danny na primeira temporada. Então a CJ responde que sim, que é verdade. E Danny diz: "I love you too, CJ!" e a beija.
Leo fica olhando para os dois ali e resolve que tudo bem eles ficarem juntos, já que é AMOR mesmo. Aí não sei porque exatamente, mas o Leo diz que vai dar uma festa para comemorar o fato de que eles vão se casar. Whaaaat? Acho que a foi conclusão mais básica do mundo, mas enfim.
E nessa altura do sonho, por aqueles motivos que só se explicam com um sei lá homérico, o Danny ainda era casado com a Allison Janney (!!!!) e os dois estavam se divorciando. why oh why.
Aí eu saí da sala do Leo, e agora eu tenho certeza que eu existo no sonho. Eu vou até um mural onde tem uns papéis fixados. E tem um texto que eu sei que é do Danny. E eu me interesso em ler, pra ver como eram as matérias que o Danny escrevia pro Washington Post. São folhas de ofício, acho que 3 ou 4, impressas, penduradas no mural por um alfinete. Engraçado, mas notei que o alinhamento não estava justificado, estava daquele jeito horrível que eu detesto. Eu remexo nas folhas penduradas, dá pra ver a primeira folha e a última, mas as páginas do meio parecem em branco. Eu olho mais uma vez e não, na realidade, a tinta das páginas do meio está fraca. Eu leio um pouco, mas agora não lembro nada do que estava escrito.
Ok.
Prédio de escritórios. Não tenho certeza se é o mesmo. Eu e Danny estamos nos agarrando. Muito. Tipo, making out hard. E é tipo, lindo. A gente ia andando por todos os lados, até que chegamos num andar que era uma loja de móveis. E a gente sentava nos sofás e ia se agarrando. Mucho mara.
Engraçado que era bom, lindo e mucho mara, mas ao mesmo tempo eu me sentia traindo a CJ, de alguma maneira. E agora eu não tenho mais certeza se era com o Danny (personagem) ou o Timothy Busfield. But whatever.
Ok.
Estávamos eu e o pessoal do West Wing, ou ao menos eu acho que eram eles. Estávamos na lateral de um prédio, do lado de fora, entre uma grade de arame e esse tal prédio. Não sei se era o mesmo de antes e de antes. Havia esse espaço de chão batido e a gente estava ali.
Aí um prédio ao longe começou a desabar. E acho que era possível que aquilo nos alcançasse e começamos a correr. E eu pensava que era uma droga não ter uma saída lateral pra gente correr pra longe lateralmente e não pra frente, que poderia não adiantar nada. E ficamos correndo.
Nota: não é a primeira vez que eu sonho com a dupla CJ/Danny. Mas o que sonhei ficou no esquecimento porque, obviamente, não anotei quando deveria. Thumbs up for me.
Marcadores:
amor,
beijo,
casamento,
catastofre,
correr,
crianças,
desejo,
festa,
filhos,
papel,
personagens,
pessoas famosas,
prédio,
programas de televisão,
rua
Assinar:
Postagens (Atom)
pelas lentes da câmera: tedbecca
sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem. eis que estava...
-
ontem eu fui conversar com a minha última analista. tentar ver um jeito de voltar. eu gosto dessa analista porque eu acho que ela é mais in...
-
eu tive uns sonhos incômodos. quer dizer, um deles foi BEM incômodo. o outro acho que apenas fruto de diversas misturas oníricas acompanhada...