dois dias atrás eu sonhei uma coisa estranha que eu não anotei por preguiça, mas alguns resquícios ficaram. eis que determinado momento do sonho eu estou num teatro, onde está acontecendo uma peça de teatro. estou acompanhada de uma outra pessoa, que eu acho que era um menino que eu conheço, de um passado longínquo chamado maicon, porém não tenho certeza se era ele realmente ou se minha mente fabricou ele e colocou nessa lacuna aí. e ele quer falar com os donos da peça / atores / diretores / donos da porra toda, que por sinal são um casal gay, e um dos homens do casal é o robin williams (??). pra mim isso se deve ao fato de que esses dias eu li uma reportagem da esposa dele, contando a respeito da doença que ele tinha, e meu inconsciente misturou tudo e enfim. cérebro fazendo coisas de cérebro.
aí bem, estamos aí nesse teatro, andando por escadarias nos bastidores (sempre escadarias). e eis que eles tem uma bebezinha que não para de chorar. e eles acham que essa bebê tem alguma doença e ninguém sabe direito o que é. eu tô meio de penetra nesse lugar, acompanhando o maicon, sabe-se la Deus por que. então eu tenho um insight do que fazer. e me vem na cabeça que o problema da criança é que ela precisa ter um contato pele-a-pele com o pai - no caso o robin williams 👀- porque ela sente falta disso, de quando ela era mais nova. e eu falo pra eles, quando nos encontramos num escritório enorme, estilo filme antigo nova-iorquino dos anos 40. e aí eles fazem isso e a criança para de chorar. e pronto. lord in heaven.
aí bem, estamos aí nesse teatro, andando por escadarias nos bastidores (sempre escadarias). e eis que eles tem uma bebezinha que não para de chorar. e eles acham que essa bebê tem alguma doença e ninguém sabe direito o que é. eu tô meio de penetra nesse lugar, acompanhando o maicon, sabe-se la Deus por que. então eu tenho um insight do que fazer. e me vem na cabeça que o problema da criança é que ela precisa ter um contato pele-a-pele com o pai - no caso o robin williams 👀- porque ela sente falta disso, de quando ela era mais nova. e eu falo pra eles, quando nos encontramos num escritório enorme, estilo filme antigo nova-iorquino dos anos 40. e aí eles fazem isso e a criança para de chorar. e pronto. lord in heaven.
mas calma.
dia 30 de dezembro eu tive outro sonho, acordei e anotei tudo, de olho fechado quase.
dia 30 de dezembro eu tive outro sonho, acordei e anotei tudo, de olho fechado quase.
havia um show com 4 bandas. uma delas eram os backstreet boys, afinal, porque não? mas eu gostava de todas as bandas que iam tocar (sabe-se lá quais) e queria muito ir. então dei um jeito e fui. o show não tinha palco, você só ouvia a música. depois descobri que era porque a banda ficava tocando atrás das pessoas, tipo no fundo. nada fazia sentido. teriam 4 dias de show e eu resolvi que iria nos outros já que sabia do truque de que os artistas ficavam atrás.
só que o show estava vazio e eu também não tinha dinheiro pra comprar ingresso. aí me ofereci pra trabalhar pra eles e divulgar o show em troca de estar lá no dia. pedi uns flyers pra deixar no shopping - a estratégia da pessoa - porque o show era muito diverso e não ia funcionar ir apenas em um lugar específico. o shopping daria conta de todas as "tribos" pensou o meu eu onírico.
do nada eu já estou nos corredores de um hospital. é um momento tenso porque tem uma pessoa disfarçada de enfermeira colocando explosivos no hospital. eu não tenho certeza se estou na cena ou se só observo. essa pessoa sai correndo e tudo começa a explodir. ela tem pouco tempo mas alcança a porta. quando vejo o lado de fora, várias explosões ocorreram inclusive no lugar onde era o show. o lugar agora parece uma praça cheia de pontes ornamentais de acesso, obviamente quebradas pela força das explosões. e de repente percebo que havia muita gente envolvida nesse massacre, e o engraçado é que todos estão de peruca loira, meio que disfarçados.essa praça foi o lugar mais atingido. ouço um rádio distante dizer que são mais de 40 mortos. está tudo caindo aos pedaços. as pessoas começam a andar e algo quebra e eles caem no enorme buraco. alguém vai contando - ah 41 - em referência às mortes aumentando. geralmente são os idosos que caem nesses buracos.
de repente eu me vejo no meio da praça, presa numa pequena ilha. me pergunto como vim parar ali e como sair. há um homem velho sentado em um banco, muito tranquilo. pra ele parece que nada está acontecendo. vem uma mulher que parecia estar coordenando os salvamentos e ficamos pensando qual será o melhor jeito de sair. "vamos por ali, saímos daquele lado..." vemos ao longe alguém fazer esse nosso caminho sugerido e cair no buraco. acordo. mas credo.