domingo, 29 de dezembro de 2013

Dream Home

Sonhei que nós tínhamos nos mudado para uma casa sensacional de três andares. Era uma espécie de casa de condomínio fechado. Havia o térreo, o segundo andar e uma espécie de porão, que não era bem um porão, pois tinha saída para a rua. Era como se fosse um desnível do terreno que foi usado para um andar adicional. O térreo tinha uma saída para um pequeno jardim com piscina e uma escada que dava para esse andar debaixo, que parecia abrigar uma garagem e uma sala de jogos.
Eu lembro que a casa vizinha era bem próxima e dava pra ver que o jardim deles era maior. Eu lembro de ter comentado isso no sonho "porque a grama do vizinho é mais verde", aquelas coisas. Depois eu me dei conta que a gente podia plantar coisas no nosso jardim e que ia ser lindo poder colocar a arrudinha que eu tenho no vaso aqui em casa lá e fiquei pensando em tudo que poderia ser plantado ali. 
A casa era meio amarelada e as janelas e portas eram de madeira, um estilo que eu gosto muito. Era uma casa dos sonhos mesmo e a iluminação deixava ela com um jeito que eu sempre imagino que vai ser a minha, quando eu tiver uma. 

É fim de ano e eu queria muito uma casa própria. Que coisa. 


sábado, 28 de dezembro de 2013

Depilação com Ringo Starr

Noite passada sonhei que a versão jovem de Ringo Starr depilava minhas pernas com gilete. Eu deitei numa cama e ele passou creme de barbear nas minhas pernas e começou a me depilar, e daí eu peguei no sono. Quando acordei ele não estava mais. Aí eu comecei a conversar com algumas pessoas, comentando que já tinha encontrado o Ringo pelo menos umas quatro vezes na vida. Hum.
No final do sonho lembro que fiquei imaginando se ele tinha me dado um beijo no rosto quando foi embora.
Pois é. Mensagens ridículas de final de ano do meu inconsciente.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Um milhão

Esses dias aí sonhei que estava fazendo um musical. E alguém ligou de Nova York pra oferecer um milhão de dólares pra financiá-lo. E eu não conseguia acreditar. Eu queria ligar pra minha mãe pra dizer que tinham me dado dinheiro, que eu finalmente ia conseguir fazer o musical, mas não conseguia acreditar que era verdade. E nem era né. Bom, no sonho acho que era. Pelo menos.

Isso provavelmente porque estou com isso na cabeça constantemente agora. The show must go on.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

I wish I didn't, but I can't help it

Eu esqueci. E em outras vezes tive preguiça. E em outras vezes lembrava e esquecia. Mas o bom é que eu continuo tentando, e postar aqui outra vez pode ser um bom sinal. Na verdade, não tenho certeza mais de nada. A única coisa é que sei é que hoje estou fazendo 28 anos, minha vida está um caos, e eu me odeio. Profundamente. I wish I didn't, but I can't help it.

Sonhos, de acordo com meu iPhone:

8/09/13 - Sonhei que comia papel numa casa de vidro. Um menino colocava sal nas espinhas. Ele fugiu pra encontrar a mãe ou o pai. A gente precisava se mudar porque a casa era toda de madeira e estava se despedaçando. 

10/09/13 - Sonhei três coisas diferentes que pareciam a mesma. Primeiro eu estava numa escadaria bem apertada e sinuosa. Era noite e a escadaria era antiga. E eu vi um homem do outro lado de um portão. Aí resolvi voltar porque senti desejo por aquele homem, uma coisa meio bizarra. Voltei. Ele tinha cabelo preto, comprido. Me apaixonei por ele e ficamos abraçados. Ele me beijou e foi tão bom. 
Depois eu acordei. 
Quando voltei a dormir fiquei tentando lembrar desses momentos. Aí sonhei que estava numa cidade antiga. E de repente me parecia que tudo tinha a ver com Nelson Eddy e Jeanette MacDonald. Era como se eu andasse no alto de prédios, uma coisa meio Mary Poppins rooftops. Ou bem poderia ser um cemitério, com aquelas lápides antigas. Lembro de igrejas antigas também. Nelson Eddy estava comigo, ou eu era ele. Ou eu somente o via. Estamos procurando alguém. Jeanette? Lembro muito da música Maytime, daquele refrãozinho: Sweetheart, sweetheart, sweetheart! Do you love me ever? Tocava no sonho ou na minha cabeça?
Na terceira parte do sonho eu (ou não era eu, não sei) estava indo de trem para uma cidade. Quando cheguei haviam pessoas me esperando e parecia que era para a exibição de um filme sobre a história adaptada de Mac/Eddy. Eu vi uns telões com a imagem dos atores que os interpretavam e eram realmente super parecidos. Aquilo me emocionou. Mas por algum motivo o cara que me recebeu era negro e não parecia com o ator do filme, embora estivesse subentendido no sonho que ele era.
Depois eu me dei conta que estava num castelo, tipo vienense. E aparentemente um baile ia acontecer. Eu estava de vestido, antigo, meio Sissi.

16/09/13 - Sonhei que cantava Jingle Bells numa fila quilométrica e quando voltei pra casa meu pai estava sentado, lendo jornal.

24/09/13 - Sonhei que uma nave alienígena entrava pela janela e eu fugia.

Houve um sonho do qual me lembro, que provavelmente foi em Outubro. Eu estava em New York com a minha mãe e minha irmã, em um restaurante. E nisso eu saí e vi a lateral do Central Park, toda iluminada. Estava lindo, parecia uma decoração de Natal. E eu pensei: putz, não acredito que eu nem consegui ver o Central Park e já estamos indo embora! Íamos embora naquela noite e ficou um sentimento de decepção no sonho. De não ter conseguido fazer o que eu queria. Suspiro.

Bom, acho que é isso. Sei que sonhei outras coisas, mas não quis me dar ao trabalho de anotar na hora e me arrependo. Mas fazer o quê. Minha vida é cheia de arrependimentos mesmo.

domingo, 28 de julho de 2013

Abraços com o mordomo

Há umas três noites, mais ou menos, eu sonhei que abraçava o Jim Carter. Ou melhor, Charles Carson. Ele estava todo lindo e imponente no seu butler attire, mas sem o casaco, apenas com a camisa. Eu não lembro de muitas coisas do resto do sonho, mas o que mais me marcou foi o abraço. Ele era grande e os braços me enlaçavam de um jeito muito protetor e eu me senti amada, finalmente. Era como abraçar alguém que ama você e que você ama (algo que eu nunca tive, exceto fraternalmente falando). E eu acordei sentindo o calorzinho do corpo dele e aquelas borboletas no estômago, tão gostosas e tão almejadas... Enfim. 
A gente se beijou também, mas nesse momento, eu me via de fora. Eu não estava dentro do meu próprio corpo, estava só assistindo. Lembro ter pensado que era uma coisa legal e bonita da qual eu não fazia parte. Eu conseguia ver as costas largas dele e eu quase sumi naquele beijo, mas não o experimentei. O abraço, no entanto, foi o mais real que eu já tive, um dos mais calorosos e verdadeiros. E posso dizer que pensar nele agora me faz sentir um pouquinho do que foi a experiência e fico num misto de completude e vazio por pensar que só senti isso num sonho, numa ilusão.
E o mais engraçado é que mal posso olhar para fotos do Jim/Carson agora sem suspirar um pouquinho.

Que vida cú.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Novela & Agulhas

Tive esse sonho no dia 28/06 e graças ao meu iphone consegui armazenar rapidamente o que sonhei ao acordar. Ao reler, eis a surpresa: não entendi lhufas. A descrição que se segue vem diretamente meu garrancho eletrônico.

Eu estava fazendo uma novela com a Pathy dos Reis. Mas eu não sei se eu era exatamente uma atriz. Eu só sabia que aquilo era uma novela e que estávamos nela. Ela era a protagonista e eu acho que eu era uma prima. O Antônio Fagundes também estava na trama e ele era um fazendeiro turrão que tinha estuprado a Pathy. Em determinado momento a gente se rebelou contra ele e eu o matei a tiros. Aquilo me fez sentir vingada de uma certa forma.

A partir daqui eu lembro só de fragmentos bizarros sem sentido:

- Alguém pediu pra gente engolir uma agulha. Haviam várias num cesto e a gente tinha que engolir aquilo.

- Minha mãe também estava na novela, e atuava como minha mãe, e sei lá porque eu era menor, mais criança.

- Acho que era páscoa também, porque haviam uns ovos de páscoa.

- E a Júlia estava lá, mas ela era um gatinho e tinha muitos irmãos gatinhos. What?

Foi isso. Sinceramente eu acho que isso é de uma bizarrice tão grande que eu só consigo entender a primeira parte. E a coisa das agulhas me deixam intrigada.

sábado, 15 de junho de 2013

Salve Jim!

Relato de sonhos desse semana. Mal lembro dos sonhos não vou lembrar dos dias.

1. eu namorava o Jim Carter. sim. porquê não? não é como se ele fosse o cara mais velho com o qual eu já fantasiei/sonhei. anyway, meus pais eram casados ainda e eu estava arrumando a mesa para um jantar que estava oferecendo porque meus pais queriam conhecê-lo. eu arrumava a mesa,  lembrava do Jim e do quanto eu estava apaixonada por ele. aí, em determinado momento minha mãe veio colocar uns pratos na mesa e perguntou se eu já tinha transado com ele. tristemente eu disse que não. aí fiquei pensando que estava muito a fim de transar com ele e que talvez fosse rolar depois do jantar. não logo depois, mas como se eu precisasse do aval dos meus pais para finalmente ir pra cama com o Jim. as if. bom, não lembro muito mais do sonho, mas tenho a leve impressão de ter visto o Jim sentado ao meu lado na mesa todo lindo e príncipe.

2. eu não sei se o que eu sonhei era uma coisa vida real ou novela. o caso era que o Rodrigo Lombardi/Theo e o Murilo Rosa/Élcio eram namorados e eles queriam ter um filho só que um deles (não lembro quem) não queria assumir o romance e tal pra eles poderem adotar uma criança. era algo assim. não lembro muito bem mas parece que essa discussão acontecia dentro de um carro. e eu achei bem mundo injusto que eles não ficassem juntos já que visivelmente eles se gostavam.

eu acho que preciso fazer sexo, esses sonhos tão muito esquisitos.

domingo, 21 de abril de 2013

Com o coração na mão (e o pinto na boca)

Sonhei um monte de coisas que fiquei tentando não esquecer. Óbvio que esqueci. Mas aí lembrei de algumas coisas, então aqui estou eu.

Só pra constar que são sonhos de alguns dias atrás, dos quais também esqueci de quando são, exatamente.

Eu estava passando por algum problema de coração. Aí tirei/tiraram ele. E eu peguei meu coração na mão e ele era pequeno demais. Aí lembro que pensei "poxa, que mentira dizerem que coração tem o tamanho tal, quando na realidade o meu é bem menor do que a palma de uma mão". Engraçado que eu continuava viva, com o coração ali, meio murcho, na mão. Aí deixei ele cair no chão. E ele ficou cheio de grãos de areia, sabe, como quando você está segurando algo molhado e cai na areia da praia. Tipo assim. Aí chegou alguém (um médico, acho) e disse: "Ah, eu até poderia colocar ele de volta, mas agora ele está estragado". E falou que agora eu precisava de um transplante de coração. E eu comecei a contar pra todo mundo que eu precisava de um transplante. E foi isso. Lembro também que eu ficava pensando "ah, é por isso que eu sentia tanta dor no peito, eu tinha um problema e não sabia".

Nessa altura da minha vida isso tem um significado tão profundo que eu vou tentar explorar na minha próxima sessão de análise.


Acho que nessa mesma noite sonhei que ia transar com o Robert Carlyle, veja só como é a vida. Daí a gente tava lá na cama, pelados, numa super preliminar tensa e irresistível e não parava de entrar gente no quarto, pra conversar, como se a gente não tivesse fazendo nada demais. Eu lá num super oral sex sensacional e entrava mané querendo perguntar onde tava tal coisa ou avisar de compromisso. Meu Deus, porque não consigo consumir o famigerado ato nem em sonho?


Tem um monte de coisa na minha cabeça agora, quase na ponta da língua pra sair, mas não sai. Então que fiquem esses dois sonhos, pelo menos. E os outros que vão pro inconsciente logo de uma vez e parem de encher.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

A morte do Pai

Ano novo, sonhos novos!

Ou quase, pois esqueci/tive preguiça de postar um sonho sonhado em 28/12. Então começamos o ano com um sonho velho. Fazer o quê. Old habits die hard.

Meu pai estava morrendo. Eu sabia que era o meu pai, mesmo que ele estivesse sob a aparência do Nelson Eddy (!!!) em alguns momentos do sonho. Eu lembro que queria chorar e não conseguia. Queria contar para as pessoas que ele estava morrendo, mas não conseguia também. Aí, num determinado momento do sonho, o hospital fechou. Era como se o hospital fosse uma galeria de lojas e eles fecharam com grades. No fundo eu via uma vitrine, que era como se fosse o quarto onde meu pai estava. Mas ele não morria. Estava morrendo, mas não morreu durante o sonho.
E foi isso. Ou pelo menos é do que eu lembro.

E acho que foi um sonho bem sintomático visto que tive uma conversa sobre a simbologia do pai na noite anterior.

Enfim. Ano novo, sonhos novos. E que eu me resolva (pelo menos um pouco).

pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...