quinta-feira, 2 de outubro de 2025

o templo interior

sonhei que estava em uma catedral enorme e andava com um grupo de pessoas. a catedral estava cheia, como se uma missa fosse começar, ou seja, haviam um monte de pessoas sentadas nos bancos. 

parecia a basílica de são pedro em roma. 

enfim, eu andava com esse grupo, tentando achar um lugar pra colocar um crucifixo gigante que eu estava tentando doar para essa igreja. 

era um crucifixo de uns 3 metros de altura. e cada vez que eu andava pelo lugar com aquilo, olhava pra cima, praqueles espaços enormes, pra ver se cabia e é claro que sim, porque o teto era altíssimo, tão alto que não se via nem a luz, era um breu. 

porém nenhum lugar parecia correto e todo mundo que andava no grupo comigo, opinava. andávamos e andávamos e todos ao redor olhavam. 

o mais doido disso tudo é que ontem houve ensaio de texto e eu estava incomodadíssima com uma cena que não estava conseguindo resolver e abri pra uma conversa com os atores. e todo mundo - obvio - começou a opinar. o que não é algo que me incomodou, porque eu queria ouvir outras pessoas falarem sobre aquele texto, arejarem por assim dizer, aquelas palavras. no final, eu sabia que eu acabaria fazendo o que eu queria mesmo. mas, é uma loucura sonhar isso, com um igreja, um templo, que abriga algo sagrado, em que todos opinam onde eu coloco a porra de um crucifixo. 

domingo, 17 de agosto de 2025

tedbecca no episódio 8

o sonho foi longo e me lembro - acho - somente do final. 

havia um hotel. me parece que a rebecca estava hospedada ali, mas os detalhes mesmo, me fogem. e ela estava usando um vestido azul - um que já vi centenas de vezes em entrevistas que ela deu. enfim. 

o ted estava procurando por ela e ela por ele, mas parecia que eles sempre estavam na direção contrária - ou seja, quando um ia para um lado o outro ia pra outro, eles se "perdiam" por muito pouco. tipo, como se ele fosse para um local e ela tivesse acabado de sair. 

e eu (nesse momento somente espectadora do sonho) ia ficando frustradíssima. 

eis que finalmente eles se encontram num parque e lembro nitidamente dele abraça-la bem forte e depois eles se beijarem. 

eu, que assistia o sonho, fiquei muito feliz com isso e tenho impressão que tirei umas fotos pra postar no twitter, pra que todo mundo ficasse sabendo que tedbecca ia rolar. e eu sabia exatamente em qual episódio - no episódio 8

então voltei pro hotel e estava enlouquecidamente tentando postar essas informações. aí alguma coisa aconteceu, que me foge a memória, e eu acordei.

sexta-feira, 1 de agosto de 2025

diversão dos outros

eu estava num festival de não sei o que, mas tinha um monte de gente, parecia um negócio meio woodstock das idéias. 

e, claro, eu estava sozinha. 

alguém se aproximou e falou “porque você ta aí sozinha?” e aparentemente eu conhecia essa pessoa, mas eu não sei quem ela é no mundo real extra-sonho. e eu respondi que, bem, estava sozinha né. por motivos de que essa é minha vida, hahaha. 

aí a pessoa falou “nossa, mas o r. já falou com 100 pessoas!” literalmente, 100 pessoas mesmo. daí eu tipo 🙄. 

Ok. 

segue o woodstock.

determinado momento ia ter um karaokê e eu ia - finalmente - ter um momento de diversão. eu peguei o microfone e me sentei numa pedra (hahahahha) e fiquei esperando uma pessoa aleatória acabar de cantar pra ser a minha vez, acho que o kosy tava lá, mas não tenho certeza. provável que sim.

porém chega outro ser e fala “ah, mas nós vamos cantar tal música”, que era uma música que eu não conhecia. e eu fiquei pensando, no sonho “bem eu não conheço essa… vou ceder minha vez, né, é o mais lógico.” aí entreguei o microfone e continuei sentada na pedra. mas daí fiquei pensando, dentro do sonho ainda: “meu deus, porque eu sempre cedo a minha vez de me divertir pros outros?”

a força criativa

sonhei que a ju chegou com duas caixas grandes de presente, uma pra mim e uma para o r. dentro haviam várias coisas - lembro especificamente que tinha uma garrafa de vinho, mas eram caixas bem cheias mesmo, enormes, repletas de presentes. aí ju me abraçou e disse algo assim: "o presente é igual, porque você sabe como é, mas o parabéns é seu porque você é a força criativa da produtora."

domingo, 11 de maio de 2025

"a partir de hoje, renuncio à violência"

eu não tinha muita certeza se eu era observadora ou personagem. mas haviam 3. e esses 3 personagens eram quase como super-heróis, com personalidades muito definidas, como arquétipos. o cenário era um prédio muito alto no qual eles tinham que entrar. era como se fosse algo proibido, como se tivesse que ser invadido. o prédio era acima das nuvens, ou seja, não se via os outros edifícios ao redor. e esses 3 personagens tinham que entrar nele, pelo topo. 

pois bem.

não tenho muita certeza de onde estávamos saindo, de onde era o ponto de partida. os detalhes me fogem. eu sei que havia um dos personagens que era tipo um ninja. ele usava um bastão longo, como um ginasta e era essa a ferramenta dele para chegar no topo do prédio. ou seja, ia se apoiando e usando o bastão como alavanca para se projetar pra frente a longas distâncias. e assim, cada personagem tinha um poder - porem o poder dos outros 2 eu esqueci. 

no ponto do sonho que me lembro, um dos personagens já estava no prédio, olhando para os 2 que faltavam entrar. um deles era o "ninja" que era quem tinha mais dificuldade e o outro era como se fosse "eu", porem isso variava, pois ora eu olhava pelos olhos dele, ora observava toda a cena se desenrolar. e esse personagem, que não me lembro dos poderes, estava sob uma plataforma, no meio do caminho, ou seja, estava próximo do prédio, e eu sabia no meu íntimo que ele não teria problemas em acessar o edifício - pulando ele chegaria. mas o ninja não ia conseguir. havia algo que todos nós sabíamos, era o fim para o ninja, pois os poderes dele não o permitiriam chegar. 

estávamos todos desesperados, tentando de tudo. 

o ninja pulava mas não conseguia vencer a distância e então voltava para a plataforma onde eu estava. era um desespero. então quando estamos no fim das nossas idéias e forças, eis que surge uma salvação, que parece até meio boba, pensando agora: eu vou levando o ninja, no colo, o jogando pra cima conforme me movo. eu não sei se isso tem lógica no mundo, mas no sonho havia. e isso funciona. e eu lembro de ouvir na minha mente a voz do ninja dizer, cheia de alívio:

"a partir de hoje, renuncio à violência"

e foi isso.

mãezinha.

quarta-feira, 7 de maio de 2025

vários quartos, mundos distintos

eu sonhei que estava numa casa, uma casa enorme, de vários andares onde haviam várias pessoas hospedadas. parecia ser um hotel, mas isso não era muito claro. 

o meu quarto era um quarto pequeno, simples, porém aconchegante, como um quarto de hotel. e eu pensava que todos os quartos eram assim. 

porém conforme eu andava pelos corredores e abria portas, haviam quartos grandes e luxuosos, completamente diferentes do meu, onde outras pessoas estavam vivendo. eram quartos tão grandes que pareciam outras casas, com piscinas, vários cômodos, até a luz dentro do quarto mudava. 

e eu comecei a pensar que aquilo não podia ser justo. porque numa mesma casa eu ficava num lugar ruim enquanto os outros se hospedavam em quartos melhores, completamente diferentes? 

e, de repente, eu já estava do lado de fora da casa e ela simplesmente sumia, deixando apenas a poeira pra trás. 

sexta-feira, 14 de março de 2025

o abraço mais doloroso

eu tenho sonhado um monte de coisas. 

esses dias sonhei que minha mãe tinha câncer no coração. 

outro dia sonhei que tomava remedio pra enxaqueca. mas era o remédio errado, que fazia menos efeito. 

e mil outros sonhos. 

mas

e essa noite acordei chorando. e esse sonho me deixou triste. com um vazio. se é que é possível, porque eu estou numa fase péssima.

eu me lembro de um fragmento só. 

eu estava deitada e o jorge enrique abello me abraçava. vou abrir um parênteses pra dizer que não era ele. era uma pessoa, que por motivos de cérebro/inconsciente eu precisava por a cara de alguém. e foi a dele. porque foi a cara do jorgi google pesquisar

pois bem.

ele me abraçava de um jeito que me fez dizer a seguinte frase:

"o jeito que você me abraça, me lembra o jeito que o meu pai me abraçava."

eu não lembro o jeito que meu pai me abraçava. porque eu não lembro de ter momentos de ternura, de proteção, de amor com o meu pai. meu deus já estou chorando

mas a questão é que eu me senti segura como NUNCA me senti em minha vida. uma paz, sabe? com uns braços ali que me amparavam. 

e de repente aquele homem era a representação do meu pai. eu sabia que ele não era meu pai, pois ele era o jorgi (ou alguém com a cara dele), mas ele representava esse papel. 

aí eu me levantei e senti culpa. muita culpa. culpa por estar vulnerável e precisar de proteção. por estar nessa posição de necessitar cuidados. e pedi desculpas. 

mas ele disse que tudo bem. e me convidou para voltar pro abraço. e eu continuava pedindo desculpas, porque eu me sentia muito mal de estar naquela posição. 

aí me deitei novamente, mas dessa vez com a cabeça no ombro dele e ele disse:

"não, deita como chiquita."

era algo assim, porque não lembro exatamente as palavras. e eu me encolhi pra deitar com a cabeça no peito dele, como criança

e comecei a chorar, pedindo desculpas. e ele só me abraçava. 

era um misto de paz, proteção, com muita culpa. e eu sei que isso tem um significado enorme na minha vida porque eu não consigo ficar tranquila nunca em ambientes supostamente seguros porque eu sempre acho que algo terrível vai me acontecer. 

acho que tem também um componente de que nunca me permiti ser muito criança.

complexíssimo. 

domingo, 16 de fevereiro de 2025

tênis perdido é grande demais pra mim

esta noite sonhei que caminhava por uma rua, que parecia ser no centro da cidade. porem não desta cidade. variava a cidade, honestamente. 

eu estava usando um all-star branco de couro, que por acaso doei recentemente. 

informação importante sobre esse all-star: sempre usei o cardaço nele de forma que não precisasse amarrar, então só encaixava o pé e ele ficava mais ou menos solto. não a ponto de sair do pé, mas não ficava preso como um tênis amarrado fica. 

pois bem.

lá ia eu.

determinado momento o tênis do meu pé direito saltou do pé. e eu fiquei de meia. comecei a procurar pela rua e não achava de jeito nenhum. 

porém. 

nessa parte da rua, haviam milhões de outros pares de tênis espalhados. um monte. pelos canteiros perto das árvores. no meio fio. depois de um tempo comecei a pensar que ali era tipo um sumidouro de tênis, porque era impressionante a quantidade. mas o meu eu não encontrava, embora, convenhamos, um tênis que salta do seu pé não pode estar a mais do que metros de distância. 

então eu vi um outro tênis branco, da nike, um air force mid branco, que uma vez pesquisei pra comprar e desisti (então ele devia estar nos recônditos do meu inconsciente) e pus no pé pra não ficar de meia pela rua, enquanto procurava pelo meu próprio tênis. nessa altura algumas pessoas estavam me ajudando a procurar, eu já tinha perguntado se alguém tinha visto, etc. 

aí alguém disse o óbvio: "olha, pega outro igual a esse que você achou". afinal havia um monte, era mais fácil achar um igual ao novo do que ao antigo. e eu, reticente: "é, pois é." claro que eu já tinha pensado em fazer isso, porém eu estava apegada.

pois bem.

rapidamente encontrei outro igual ao da nike e troquei de tênis.

mas. 

o tênis era maior no pé esquerdo. o direito era meu número mas o esquerdo era maior. 

e pronto, acordei.

conclusão: acho que isso significa um monte de coisas que ainda estou a processar.


pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...