Estou tentando há alguns minutos lembrar qual foi a ordem dos acontecimentos no meu sonho. Não consegui. Então segue um relato de como eu acho que foi. Mas pode não ter sido. E de qualquer forma, what do I care?
Local: West Wing. Vulgo Ala Oeste da Casa Branca. Uma sala. Aquela iluminação amarelada, linda. Josh, Toby, Donna e o resto do staff da Casa Branca. Três crianças. Meio que todo mundo está cuidando dessas crianças que tem idades diferentes. Parece que está rolando uma festa. De alguma maneira eu sei que Danny e CJ não estão na sala porque estão se agarrando em algum outro lugar. Eu meio que sei que os filhos são deles também. Mas não tenho certeza agora, de quem eram essas crianças. Enfim.
Não tenho muita certeza também se estou no sonho. Ora parece que sim, ora parece que não.
Então Leo McGary manda chamar Danny e CJ na sala dele. Mas a sala dele não é mais aquela ao lado do Oval Office e sim nesse prédio comercial com mil andares. Era uma continuação da Casa Branca, mesmo que isso não faça sentido.
Por algum motivo todo mundo vai. Eu também vou. Eu lembro que estou no elevador, com aquela galera. As crianças sumiram. E eu sou baixinha, porque vejo todo mundo de baixo. Ou sou criança. Ou nem estou sonho e esse é o enquadramento.
Aí saímos do elevador, nesse prédio e vamos até a sala do Leo. Só a CJ e o Danny entram. E eu, claro. O Leo começa a dar um esporro fenomenal nos dois, dizendo que eles não podem ficar se agarrando pelo West Wing, que o relacionamento dos dois é um absurdo, proibido, etc, etc. Aí num determinado momento da discussão acalorada a CJ diz: "I'm sorry Leo, but I can't stay away from the man I love!" (sim, eu sonhei em inglês). Danny fica muito surpreso e diz: "Do you love me? I mean... really?", com aquela carinha ginger-cute dele. Por isso que eu tenho dúvidas se aquelas crianças eram realmente filhos deles, porque ele fica surpreso demás com o fato dela amá-lo. Tipo, surpreso nível série verdadeira, nível CJ amando Danny na primeira temporada. Então a CJ responde que sim, que é verdade. E Danny diz: "I love you too, CJ!" e a beija.
Leo fica olhando para os dois ali e resolve que tudo bem eles ficarem juntos, já que é AMOR mesmo. Aí não sei porque exatamente, mas o Leo diz que vai dar uma festa para comemorar o fato de que eles vão se casar. Whaaaat? Acho que a foi conclusão mais básica do mundo, mas enfim.
E nessa altura do sonho, por aqueles motivos que só se explicam com um sei lá homérico, o Danny ainda era casado com a Allison Janney (!!!!) e os dois estavam se divorciando. why oh why.
Aí eu saí da sala do Leo, e agora eu tenho certeza que eu existo no sonho. Eu vou até um mural onde tem uns papéis fixados. E tem um texto que eu sei que é do Danny. E eu me interesso em ler, pra ver como eram as matérias que o Danny escrevia pro Washington Post. São folhas de ofício, acho que 3 ou 4, impressas, penduradas no mural por um alfinete. Engraçado, mas notei que o alinhamento não estava justificado, estava daquele jeito horrível que eu detesto. Eu remexo nas folhas penduradas, dá pra ver a primeira folha e a última, mas as páginas do meio parecem em branco. Eu olho mais uma vez e não, na realidade, a tinta das páginas do meio está fraca. Eu leio um pouco, mas agora não lembro nada do que estava escrito.
Ok.
Prédio de escritórios. Não tenho certeza se é o mesmo. Eu e Danny estamos nos agarrando. Muito. Tipo, making out hard. E é tipo, lindo. A gente ia andando por todos os lados, até que chegamos num andar que era uma loja de móveis. E a gente sentava nos sofás e ia se agarrando. Mucho mara.
Engraçado que era bom, lindo e mucho mara, mas ao mesmo tempo eu me sentia traindo a CJ, de alguma maneira. E agora eu não tenho mais certeza se era com o Danny (personagem) ou o Timothy Busfield. But whatever.
Ok.
Estávamos eu e o pessoal do West Wing, ou ao menos eu acho que eram eles. Estávamos na lateral de um prédio, do lado de fora, entre uma grade de arame e esse tal prédio. Não sei se era o mesmo de antes e de antes. Havia esse espaço de chão batido e a gente estava ali.
Aí um prédio ao longe começou a desabar. E acho que era possível que aquilo nos alcançasse e começamos a correr. E eu pensava que era uma droga não ter uma saída lateral pra gente correr pra longe lateralmente e não pra frente, que poderia não adiantar nada. E ficamos correndo.
Nota: não é a primeira vez que eu sonho com a dupla CJ/Danny. Mas o que sonhei ficou no esquecimento porque, obviamente, não anotei quando deveria. Thumbs up for me.
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