terça-feira, 2 de junho de 2009

sonho-catastrofe

ontem assisti ao trailer do filme "2012 - Doomsday" e acabei tendo um sonho-catástrofe, que tenho a impressão de já ter sonhado antes.

por algum motivo, fui para o japão. fomos comer na casa do amigo de um colega de aula, o S.  (por algum motivo ele tinha uma bola de futebol americano, com a estampa de uma blusa do Woodstock que eu tenho). daí fomos para um shopping, onde tinha o parque da mônica (???).  nesse ponto do sonho as meninas que moram comigo já estavam lá. aí a gente ficou brincando naquilo, quando de repente, começou 'o fim do mundo'. 
era tipo, um dilúvio. chovia horrores e a água estava tapando tudo. e começamos a correr, correr. e iam acontecendo as coisas mais catastróficas. entrávamos em lugares e o lugar vinha a baixo, coisas caiam e por um pouco não pegavam a gente... um horror. num ponto do sonho, eu já estava só com o S. e entramos num apartamento. por algum motivo idiota do meu insconsciente lá estavam pessoas de outros períodos da faculdade, e me lembro bem que estava a T., que por sinal, nem vou com a cara. o E., da minha sala, também estava lá. 
e nós estavamos no desespero pra sair daquele apartamento e galera tentando criar planos pra se salvar. eu sei que eu tive um 'pressagio' e como havia um janelão enorme que dava pra sacada, eu pensei "puta que pariu, vão entrar carros por aquela janela", já que a água estava subindo e tal. 
aí eu saí correndo para o fundo do apartamento e encontrei uma janela, que por um motivo estranho, dava para um morrinho, onde estava brilhando o maior sol. mesmo assim me escondi, e os tais carros entraram, mataram metade das pessoas. quando tudo se acalmou, chamei todos para verem a janela e combinamos de sair por ali e só se preocupar com isso por enquanto...
foi aí que acordei. e tamanha foi a tensão, que estou com frio na barriga até agora. acho que foi uma forma do meu inconsciente me ensinar a parar de querer que catástofres aconteçam. 

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pelas lentes da câmera: tedbecca

sonhei com ted lasso . eu estava e não estava lá. observava e as vezes era personagem. essas maluquices de sempre. pois bem.  eis que estava...